Leia a situação. Durante uma atividade, um estudante com Transtorno do ...

Leia a situação. Durante uma atividade, um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) demonstra desconforto com o excesso de ruídos na sala e passa a apresentar comportamento de agita...


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Leia a situação.
Durante uma atividade, um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) demonstra desconforto com o excesso de ruídos na sala e passa a apresentar comportamento de agitação.
A conduta mais adequada do auxiliar de sala é
Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    25/08/2026 • 14:01
    Vamos analisar essa situação envolvendo um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que apresenta desconforto com o excesso de ruídos e começa a mostrar agitação. Esse é um cenário bastante comum em escolas e precisa ser abordado com muito respeito, empatia e conhecimento sobre TEA. Pessoas no espectro autista costumam ter uma sensibilidade maior a estímulos como sons, luzes e até toques. O que parece normal para alguns pode ser muito incômodo para elas.

    O papel do auxiliar de sala é apoiar, acolher e colaborar para que o estudante se sinta seguro e confortável no ambiente escolar. Vamos olhar cada alternativa:

    Letra A fala em retirar imediatamente o estudante da escola sem consultar ninguém. Essa ação é extrema, desnecessária e fere o princípio da inclusão.

    Letra B sugere repreender o estudante para que ele retorne para a atividade. Repreender, ainda mais alguém já sensível naquele momento, pode aumentar a crise e é completamente inadequado para quem tem TEA.

    Letra C sugere oferecer apoio, diminuir estímulos e comunicar à professora para adoção de estratégias. Esse é o procedimento correto: baixar luzes, sons, permitir que o estudante se acalme, sem punição ou exposição, e acionar o professor para ajustar as atividades.

    Letra D propõe impedir os outros estudantes de continuar as atividades. Isso não contribui e prejudica toda a turma, além de não ajudar o estudante que está em crise.

    Letra E pede que outro aluno acompanhe o colega agitado. Trazer outro estudante para mediar pode gerar desconforto para ambos e não garante que seja feito de forma adequada.

    Portanto, a alternativa mais correta e alinhada com práticas de inclusão e respeito ao estudante com TEA é a letra C.
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