Matheus Fernandes
EQUIPE
25/08/2026 • 09:37
Vamos discutir sobre a importância do planejamento e da intencionalidade do trabalho com leitura e compreensão de textos no ciclo de alfabetização e letramento. Esse tema é fundamental na formação de leitores competentes, pois envolve não apenas ensinar a decodificar as palavras, mas também compreender e construir sentidos a partir dos textos.
Analisando cada alternativa: a alternativa "A" parte de uma compreensão equivocada sobre a antecipação de atividades de compreensão de texto. Ao contrário do que é dito, propor desafios de compreensão é essencial e pode ser feito desde o início, mesmo antes da criança dominar a decodificação.
Na alternativa "B", temos outra confusão: as estratégias de leitura e interpretação não dependem exclusivamente da autonomia na decodificação; crianças podem aprender a interpretar textos lidos por outros, desenvolver hipóteses de sentido, e construir significados em situações de leitura compartilhada ou mediada.
A alternativa "C" restringe de forma indevida o trabalho com leitura e compreensão apenas às crianças que já dominam a leitura, o que ignora o caráter inclusivo e contínuo do processo de alfabetização e letramento.
A alternativa "D" reforça esse mesmo erro ao sugerir que o planejamento deve acontecer só após a alfabetização, não contemplando o trabalho de pré-leitura e de leitura mediada.
Por fim, a alternativa "E" apresenta corretamente que cabe à escola planejar de modo sistemático o trabalho de leitura e compreensão para todos, independentemente se já dominam plenamente a leitura. Toda criança tem o direito de entrar em contato com diferentes tipos de texto ao longo do seu percurso de alfabetização, sendo esse contato planejado, intencional e acessível.
Portanto, o gabarito é a letra E.
Analisando cada alternativa: a alternativa "A" parte de uma compreensão equivocada sobre a antecipação de atividades de compreensão de texto. Ao contrário do que é dito, propor desafios de compreensão é essencial e pode ser feito desde o início, mesmo antes da criança dominar a decodificação.
Na alternativa "B", temos outra confusão: as estratégias de leitura e interpretação não dependem exclusivamente da autonomia na decodificação; crianças podem aprender a interpretar textos lidos por outros, desenvolver hipóteses de sentido, e construir significados em situações de leitura compartilhada ou mediada.
A alternativa "C" restringe de forma indevida o trabalho com leitura e compreensão apenas às crianças que já dominam a leitura, o que ignora o caráter inclusivo e contínuo do processo de alfabetização e letramento.
A alternativa "D" reforça esse mesmo erro ao sugerir que o planejamento deve acontecer só após a alfabetização, não contemplando o trabalho de pré-leitura e de leitura mediada.
Por fim, a alternativa "E" apresenta corretamente que cabe à escola planejar de modo sistemático o trabalho de leitura e compreensão para todos, independentemente se já dominam plenamente a leitura. Toda criança tem o direito de entrar em contato com diferentes tipos de texto ao longo do seu percurso de alfabetização, sendo esse contato planejado, intencional e acessível.
Portanto, o gabarito é a letra E.