Marcos de Castro
EQUIPE
25/08/2026 • 09:38
Vamos analisar a história da Educação Infantil no Brasil. As instituições que cuidam e educam as crianças pequenas passaram por muitas mudanças ao longo dos anos, tanto na forma de organização quanto nas finalidades que assumiram.
Se olharmos a alternativa A, ela diz que a incorporação das creches aos sistemas de ensino foi por conta de uma suposta obrigatoriedade da matrícula de crianças de zero a três anos estabelecida pela Constituição de 1988. Essa afirmação está incorreta, pois a Constituição reconheceu a Educação Infantil como direito, mas não tornou obrigatória a matrícula para essa faixa etária; a obrigatoriedade começa aos quatro anos.
Na alternativa B, é dito que a Educação Infantil surgiu como política educacional para universalizar a alfabetização, indo depois para o cuidado infantil. Isso não está certo, já que o surgimento das creches e pré-escolas teve, num primeiro momento, caráter assistencialista para que mães trabalhassem. Só depois é que o aspecto pedagógico ganhou força.
A alternativa C afirma que a história da Educação Infantil ficou marcada por uma concepção pedagógica única voltada ao desenvolvimento cognitivo, sem considerar mudanças sociais. Isso é falso, porque ao longo do tempo, várias concepções pedagógicas coexistiram, com mudanças de acordo com a sociedade, com enfoques diversos entre cuidado, educação integral, preparação para o ensino fundamental, entre outros.
Já a alternativa D está correta: a consolidação da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica realmente representou uma mudança histórica, superando a visão antiga de apenas assistencialismo e reconhecendo que o trabalho com crianças pequenas tem caráter educativo, ao mesmo tempo em que não se dissocia do cuidado. Ou seja, hoje se entende a Educação Infantil como espaço de educação e de cuidado, de forma integrada.
O gabarito certo é a letra D.
Se olharmos a alternativa A, ela diz que a incorporação das creches aos sistemas de ensino foi por conta de uma suposta obrigatoriedade da matrícula de crianças de zero a três anos estabelecida pela Constituição de 1988. Essa afirmação está incorreta, pois a Constituição reconheceu a Educação Infantil como direito, mas não tornou obrigatória a matrícula para essa faixa etária; a obrigatoriedade começa aos quatro anos.
Na alternativa B, é dito que a Educação Infantil surgiu como política educacional para universalizar a alfabetização, indo depois para o cuidado infantil. Isso não está certo, já que o surgimento das creches e pré-escolas teve, num primeiro momento, caráter assistencialista para que mães trabalhassem. Só depois é que o aspecto pedagógico ganhou força.
A alternativa C afirma que a história da Educação Infantil ficou marcada por uma concepção pedagógica única voltada ao desenvolvimento cognitivo, sem considerar mudanças sociais. Isso é falso, porque ao longo do tempo, várias concepções pedagógicas coexistiram, com mudanças de acordo com a sociedade, com enfoques diversos entre cuidado, educação integral, preparação para o ensino fundamental, entre outros.
Já a alternativa D está correta: a consolidação da Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica realmente representou uma mudança histórica, superando a visão antiga de apenas assistencialismo e reconhecendo que o trabalho com crianças pequenas tem caráter educativo, ao mesmo tempo em que não se dissocia do cuidado. Ou seja, hoje se entende a Educação Infantil como espaço de educação e de cuidado, de forma integrada.
O gabarito certo é a letra D.