Equipe Gabarite
EQUIPE
25/08/2026 • 09:38
Vamos analisar esse tema que envolve a evolução das concepções de infância e suas consequências para a Educação Infantil. Ao longo da história, diversas visões sobre a criança mudaram bastante o modo como as instituições e os educadores se organizam para acolher, cuidar e educar as crianças pequenas.
Na alternativa A, diz-se que a evolução das concepções de infância consolidou a ideia de desenvolvimento homogêneo, justificando práticas pedagógicas padronizadas. Isso está incorreto: hoje, reconhece-se a singularidade do desenvolvimento infantil, que não é igual para todos. Cada criança tem seu ritmo e trajetórias, e as práticas pedagógicas devem ser flexíveis.
A letra B afirma que o reconhecimento da especificidade da infância reforçou uma educação preparatória, antecipando aprendizagens do Ensino Fundamental. Novamente, essa ideia está equivocada. O que se afirma atualmente não é uma função preparatória, mas sim de respeito à criança e seu tempo, favorecendo experiências significativas conforme sua faixa etária e individualidade.
A alternativa C sugere que as mudanças históricas se limitaram à organização administrativa, mas mantiveram as mesmas finalidades para a Educação Infantil. Não corresponde ao que sabemos: as próprias finalidades desta etapa mudaram, especialmente reconhecendo que não é só custódia, mas promoção de direitos, desenvolvimento integral e valorização da infância em si.
Finalmente, a alternativa D diz que a concepção contemporânea de infância vê a criança como sujeito de direitos e participante ativa de seu desenvolvimento e experiências educativas – esse é justamente o entendimento que prevalece nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, no ECA e nos debates atuais. Portanto, o gabarito está na alternativa D.
Na alternativa A, diz-se que a evolução das concepções de infância consolidou a ideia de desenvolvimento homogêneo, justificando práticas pedagógicas padronizadas. Isso está incorreto: hoje, reconhece-se a singularidade do desenvolvimento infantil, que não é igual para todos. Cada criança tem seu ritmo e trajetórias, e as práticas pedagógicas devem ser flexíveis.
A letra B afirma que o reconhecimento da especificidade da infância reforçou uma educação preparatória, antecipando aprendizagens do Ensino Fundamental. Novamente, essa ideia está equivocada. O que se afirma atualmente não é uma função preparatória, mas sim de respeito à criança e seu tempo, favorecendo experiências significativas conforme sua faixa etária e individualidade.
A alternativa C sugere que as mudanças históricas se limitaram à organização administrativa, mas mantiveram as mesmas finalidades para a Educação Infantil. Não corresponde ao que sabemos: as próprias finalidades desta etapa mudaram, especialmente reconhecendo que não é só custódia, mas promoção de direitos, desenvolvimento integral e valorização da infância em si.
Finalmente, a alternativa D diz que a concepção contemporânea de infância vê a criança como sujeito de direitos e participante ativa de seu desenvolvimento e experiências educativas – esse é justamente o entendimento que prevalece nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, no ECA e nos debates atuais. Portanto, o gabarito está na alternativa D.