Camila Duarte
EQUIPE
27/08/2026 • 11:09
Vamos analisar essa afirmação sobre instituições financeiras e os riscos ligados à concessão de crédito. O texto afirma que ao constituir crédito tributário referente a diferenças temporais (por exemplo, o imposto diferido ativo, que surge quando a instituição faz uma despesa contabilmente, como uma provisão para perdas em operações de crédito, mas esse gasto só será aceito fiscalmente no futuro), isso aumentaria a capacidade do banco em fazer novos empréstimos.
No entanto, essa provisão serve basicamente para reconhecer contabilmente uma possível perda com créditos concedidos, e o chamado imposto diferido surge como um ativo porque vai ser compensado no futuro. Só que, ao contrário do que a afirmação sugere, meramente constituir esse crédito não libera recursos imediatos para novos empréstimos: na verdade, aumenta o reconhecimento das perdas (aumenta a provisão), o que, inclusive, impacta negativamente o patrimônio de referência do banco para fins regulatórios (Basileia), reduzindo a capacidade de alavancar e emprestar.
Portanto, a afirmação está errada porque confunde um ajuste contábil e fiscal com capacidade de concessão de crédito real. O gabarito é: Errado.
No entanto, essa provisão serve basicamente para reconhecer contabilmente uma possível perda com créditos concedidos, e o chamado imposto diferido surge como um ativo porque vai ser compensado no futuro. Só que, ao contrário do que a afirmação sugere, meramente constituir esse crédito não libera recursos imediatos para novos empréstimos: na verdade, aumenta o reconhecimento das perdas (aumenta a provisão), o que, inclusive, impacta negativamente o patrimônio de referência do banco para fins regulatórios (Basileia), reduzindo a capacidade de alavancar e emprestar.
Portanto, a afirmação está errada porque confunde um ajuste contábil e fiscal com capacidade de concessão de crédito real. O gabarito é: Errado.