David Castilho
EQUIPE
27/08/2026 • 15:02
Vamos analisar cada alternativa para entender o comportamento do balanço de pagamentos sob diferentes regimes cambiais, um tema muito frequente em concursos de economia.
A alternativa 'a' está errada porque, em um regime de flutuação suja, embora haja intervenção do Banco Central, a taxa de câmbio não é “praticamente mantida fixa”. Ela flutua, mas com alguma interferência ocasional para evitar oscilações bruscas.
A alternativa 'b' também está incorreta. Em regime de câmbio flutuante pleno, a taxa de juros pode influenciar a entrada ou saída de capitais externos, mas não controla totalmente a taxa de câmbio nominal – há outros fatores em jogo, como comércio de bens e expectativas dos agentes.
Na opção 'c', ela erra ao afirmar que a expansão de renda não reforça a tendência ao desequilíbrio das contas externas em câmbio fixo. Na verdade, quando a renda cresce, há maior demanda por importados, estimulando déficits externos sob câmbio fixo, já que a taxa de câmbio não poderá se ajustar livremente para compensar essa pressão.
A alternativa 'd' está correta. Sob câmbio fixo, se a inflação internacional for nula e a demanda interna aumentar, o país pode importar mais bens (já que a taxa de câmbio é estável), o que ajuda a controlar preços no mercado interno no curto prazo. Isso traz uma vantagem de controle inflacionário imediato, pois o aumento da oferta (via importação) pode compensar o excesso de demanda interna.
Já a alternativa 'e' faz uma generalização incorreta. Nem todo país sempre consome mais do que produz, e mesmo em câmbio flutuante, não há uma tendência natural à depreciação permanente. Depende de muitos fatores, incluindo balança comercial, fluxo de capitais e competitividade.
Portanto, a resposta correta é a letra 'd'.
A alternativa 'a' está errada porque, em um regime de flutuação suja, embora haja intervenção do Banco Central, a taxa de câmbio não é “praticamente mantida fixa”. Ela flutua, mas com alguma interferência ocasional para evitar oscilações bruscas.
A alternativa 'b' também está incorreta. Em regime de câmbio flutuante pleno, a taxa de juros pode influenciar a entrada ou saída de capitais externos, mas não controla totalmente a taxa de câmbio nominal – há outros fatores em jogo, como comércio de bens e expectativas dos agentes.
Na opção 'c', ela erra ao afirmar que a expansão de renda não reforça a tendência ao desequilíbrio das contas externas em câmbio fixo. Na verdade, quando a renda cresce, há maior demanda por importados, estimulando déficits externos sob câmbio fixo, já que a taxa de câmbio não poderá se ajustar livremente para compensar essa pressão.
A alternativa 'd' está correta. Sob câmbio fixo, se a inflação internacional for nula e a demanda interna aumentar, o país pode importar mais bens (já que a taxa de câmbio é estável), o que ajuda a controlar preços no mercado interno no curto prazo. Isso traz uma vantagem de controle inflacionário imediato, pois o aumento da oferta (via importação) pode compensar o excesso de demanda interna.
Já a alternativa 'e' faz uma generalização incorreta. Nem todo país sempre consome mais do que produz, e mesmo em câmbio flutuante, não há uma tendência natural à depreciação permanente. Depende de muitos fatores, incluindo balança comercial, fluxo de capitais e competitividade.
Portanto, a resposta correta é a letra 'd'.