Marcos de Castro
EQUIPE
27/08/2026 • 14:01
Vamos analisar o que está sendo perguntado: o conceito de risco em finanças e como ele costuma ser medido. Existe uma série de ferramentas para mensurar o risco de um ativo ou de uma carteira de investimentos. A medida mais tradicional e frequentemente utilizada é o desvio padrão, pois ele quantifica quanto os retornos variam em torno da média. O desvio padrão permite ao investidor ter uma ideia clara da dispersão dos resultados possíveis de um investimento, ou seja, quanto maior o desvio padrão, maior o risco.
Já o coeficiente de variação, embora seja de fato uma medida útil para comparar o risco relativo entre dois ativos com médias diferentes, não é, no senso comum do mercado financeiro e em livros de finanças, a medida mais comumente utilizada para mensurar risco. O papel do coeficiente de variação é medir o risco relativo, ou seja, o desvio padrão dividido pela média dos retornos, permitindo comparações entre ativos de médias diferentes. Mesmo assim, no linguajar cotidiano de análise de investimentos, a menção ao 'risco de um ativo' normalmente se refere ao desvio padrão.
Portanto, o item está errado, pois a medida mais comum é o desvio padrão, e não o coeficiente de variação. Gabarito: Errado.
Já o coeficiente de variação, embora seja de fato uma medida útil para comparar o risco relativo entre dois ativos com médias diferentes, não é, no senso comum do mercado financeiro e em livros de finanças, a medida mais comumente utilizada para mensurar risco. O papel do coeficiente de variação é medir o risco relativo, ou seja, o desvio padrão dividido pela média dos retornos, permitindo comparações entre ativos de médias diferentes. Mesmo assim, no linguajar cotidiano de análise de investimentos, a menção ao 'risco de um ativo' normalmente se refere ao desvio padrão.
Portanto, o item está errado, pois a medida mais comum é o desvio padrão, e não o coeficiente de variação. Gabarito: Errado.