Marcos de Castro
EQUIPE
27/08/2026 • 17:03
Essa questão aborda um tema super atual e importante: a acessibilidade no atendimento bancário de pessoas surdas. Vamos analisar o caso. Sílvia é surda profunda, mas é bilíngue, utiliza LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e também se comunica oralmente. O banco a convenceu a ir presencialmente para que fosse melhor atendida – mas chegando lá, não havia ninguém que dominasse LIBRAS. A pergunta quer saber qual é a melhor conduta dentro das boas práticas de comunicação com surdos e o que seria o mais correto e respeitoso em relação à acessibilidade e inclusão.
Analisando as alternativas: letros A propõe levá-la a um lugar reservado, enviar mensagens escritas e vídeos, tocar de leve para chamar atenção, acenar e falar normalmente quando estiver à frente dela. Isso está alinhado com a etiqueta de comunicar de forma clara com pessoas surdas: aproveitar recursos visuais, não falar alto (até porque o problema não é de volume), manter o contato visual e não gesticular fora do campo de visão.
A alternativa B fala em manter Sílvia na área principal, falar alto, sem olhar pra ela e gesticular fora do campo de visão. Isso está longe das melhores práticas, porque falar alto não ajuda um surdo profundo, e ainda por cima não faz contato visual.
A alternativa C é parecida com a B, igualmente inadequada, pois sugere gesticular aleatoriamente fora do alcance dela e não usar LIBRAS.
A letra D repete o erro de falar alto, não olhar para Sílvia e não usar LIBRAS, mesmo levando-a a um lugar reservado – também inadequado.
Por fim, a letra E sugere recusar o atendimento presencial e mandá-la embora, alegando que ela deve usar outro canal. Essa atitude não só é desrespeitosa, como também fere os princípios de acessibilidade, inclusão e cordialidade.
Portanto, a opção mais correta é a alternativa A, pois contempla atitudes adaptadas que facilitam a compreensão e o conforto da pessoa surda, mesmo sem o domínio de LIBRAS pelo funcionário.
O gabarito é a alternativa: a.
Analisando as alternativas: letros A propõe levá-la a um lugar reservado, enviar mensagens escritas e vídeos, tocar de leve para chamar atenção, acenar e falar normalmente quando estiver à frente dela. Isso está alinhado com a etiqueta de comunicar de forma clara com pessoas surdas: aproveitar recursos visuais, não falar alto (até porque o problema não é de volume), manter o contato visual e não gesticular fora do campo de visão.
A alternativa B fala em manter Sílvia na área principal, falar alto, sem olhar pra ela e gesticular fora do campo de visão. Isso está longe das melhores práticas, porque falar alto não ajuda um surdo profundo, e ainda por cima não faz contato visual.
A alternativa C é parecida com a B, igualmente inadequada, pois sugere gesticular aleatoriamente fora do alcance dela e não usar LIBRAS.
A letra D repete o erro de falar alto, não olhar para Sílvia e não usar LIBRAS, mesmo levando-a a um lugar reservado – também inadequado.
Por fim, a letra E sugere recusar o atendimento presencial e mandá-la embora, alegando que ela deve usar outro canal. Essa atitude não só é desrespeitosa, como também fere os princípios de acessibilidade, inclusão e cordialidade.
Portanto, a opção mais correta é a alternativa A, pois contempla atitudes adaptadas que facilitam a compreensão e o conforto da pessoa surda, mesmo sem o domínio de LIBRAS pelo funcionário.
O gabarito é a alternativa: a.