Equipe Gabarite
EQUIPE
29/08/2026 • 18:01
O tema da memória social é extremamente relevante para entendermos como as sociedades lidam com o passado. Para começar, é fundamental saber que os estudos sobre memória coletiva, iniciados por Maurice Halbwachs, enfatizam que lembrar não é apenas um ato individual, mas um fenômeno profundamente coletivo, atravessado por disputas e interesses sociais.
Analisando as alternativas, vemos que a letra a está equivocada por presumir que a memória coletiva é apenas uma transmissão estável e fidedigna, desconsiderando os processos ativos de reelaboração e ressignificação do passado pelas gerações. A letra b também está errada porque Maurice Halbwachs justamente argumentava que a memória individual está profundamente inserida em quadros sociais, não sendo possível compreender as lembranças sem considerar os grupos aos quais pertencemos.
Sobre a alternativa c, também há um erro relevante: a proliferação de museus e monumentos não resolve nem supera os conflitos sobre o passado. Pelo contrário, muitas vezes esses espaços viram cenário de disputa sobre o que se lembra, como se lembra e o que se silencia, longe de instaurar consenso. Na alternativa e, incorretamente, defendem que políticas de testemunho dispensam mecanismos jurídicos de reparação e seriam apenas processos individuais, quando na verdade são fundamentais processos coletivos e mecanismos oficiais para produzir memória e justiça.
A opção correta, portanto, é a letra d, pois destaca justamente uma das maiores contribuições da abordagem contemporânea sobre memória social: ela é permeada por processos seletivos, silenciamentos e disputas políticas sobre o que será lembrado ou esquecido, evidenciando que a memória social é palco de embates e de construção de identidades.
Gabarito: letra d.
Analisando as alternativas, vemos que a letra a está equivocada por presumir que a memória coletiva é apenas uma transmissão estável e fidedigna, desconsiderando os processos ativos de reelaboração e ressignificação do passado pelas gerações. A letra b também está errada porque Maurice Halbwachs justamente argumentava que a memória individual está profundamente inserida em quadros sociais, não sendo possível compreender as lembranças sem considerar os grupos aos quais pertencemos.
Sobre a alternativa c, também há um erro relevante: a proliferação de museus e monumentos não resolve nem supera os conflitos sobre o passado. Pelo contrário, muitas vezes esses espaços viram cenário de disputa sobre o que se lembra, como se lembra e o que se silencia, longe de instaurar consenso. Na alternativa e, incorretamente, defendem que políticas de testemunho dispensam mecanismos jurídicos de reparação e seriam apenas processos individuais, quando na verdade são fundamentais processos coletivos e mecanismos oficiais para produzir memória e justiça.
A opção correta, portanto, é a letra d, pois destaca justamente uma das maiores contribuições da abordagem contemporânea sobre memória social: ela é permeada por processos seletivos, silenciamentos e disputas políticas sobre o que será lembrado ou esquecido, evidenciando que a memória social é palco de embates e de construção de identidades.
Gabarito: letra d.