Marcos de Castro
EQUIPE
29/08/2026 • 18:01
Sempre que falamos de História Oral, é importante ir além da ideia de simplesmente ouvir e "coletar lembranças" dos entrevistados. A metodologia da história oral propõe enxergar essas narrativas como construções complexas, cheias de subjetividades, emoções e influências do contexto tanto do passado quanto do presente.
Dessa forma, o trabalho do pesquisador não é apenas registrar depoimentos, mas analisar criticamente as falas, levando em conta o contexto sociocultural, o momento da entrevista, os silêncios (o que não é dito), as emoções expressas e também como o passado é reinterpretado de acordo com as necessidades e vivências do tempo atual de quem conta.
Entre as alternativas, a letra A traz exatamente essa compreensão aprofundada da história oral, mencionando a análise crítica da narrativa, da subjetividade, do contexto, dos silêncios e das emoções. As demais opções apresentam ideias erradas sobre memória, como se estivesse possível ter memórias neutras (b), dispensar o contexto (c), exigir sempre coerência cronológica (d) ou considerar a memória como documento objetivo e estável (e).
O gabarito correto é a alternativa A.
Dessa forma, o trabalho do pesquisador não é apenas registrar depoimentos, mas analisar criticamente as falas, levando em conta o contexto sociocultural, o momento da entrevista, os silêncios (o que não é dito), as emoções expressas e também como o passado é reinterpretado de acordo com as necessidades e vivências do tempo atual de quem conta.
Entre as alternativas, a letra A traz exatamente essa compreensão aprofundada da história oral, mencionando a análise crítica da narrativa, da subjetividade, do contexto, dos silêncios e das emoções. As demais opções apresentam ideias erradas sobre memória, como se estivesse possível ter memórias neutras (b), dispensar o contexto (c), exigir sempre coerência cronológica (d) ou considerar a memória como documento objetivo e estável (e).
O gabarito correto é a alternativa A.