Matheus Fernandes
EQUIPE
28/08/2026 • 22:01
Vamos analisar cada uma das afirmações sobre o Transtorno do Processamento Auditivo Central, ou TPAC, um tema muito comum em concursos da área da saúde e fonoaudiologia. O TPAC está relacionado à habilidade do cérebro em organizar e interpretar sons, mesmo quando a audição periférica, ou seja, o ouvido em si, está normal.
A primeira afirmação diz que o TPAC refere-se à eficiência e à efetividade com que o sistema nervoso auditivo central utiliza a informação auditiva. Isso é verdadeiro, pois o TPAC não está ligado a lesões na orelha, mas sim à maneira como o cérebro processa os sons.
A segunda afirmação aborda que uma pessoa pode ter audição normal para tons puros, mas ainda assim ter dificuldades para processar sons verbais e não verbais. Isso é absolutamente verdadeiro – é o que diferencia problemas de audição periférica dos problemas de processamento central.
Na terceira afirmação, lemos sobre "produção articulatória ininteligível". Essa característica não é típica do TPAC. Quem tem TPAC tem dificuldade em entender sons, mas a fala, a pronúncia, normalmente não fica 'ininteligível' só por esse motivo. Logo, é falsa.
Já a quarta afirmação fala sobre a idade mínima para avaliação do TPAC. É consenso entre especialistas que a avaliação é mais confiável a partir dos sete anos, pois antes disso ainda há maturação importante do sistema auditivo central. Então, é verdadeira.
A quinta afirmação traz: ausência de alterações de orelha média no momento da avaliação. É indispensável que não haja infecções, otites ou alterações, para que o diagnóstico do TPAC seja feito corretamente. Portanto, é verdadeira.
Na última afirmação, diz que para realizar avaliação, o nível de atenção deve estar incompatível com as tarefas solicitadas. Isso está totalmente incorreto: o ideal é que a pessoa esteja atenta e compreenda as tarefas, senão o resultado da avaliação fica comprometido. Falsa.
Assim, a sequência correta é: V – V – F – V – V – F. O gabarito é a letra D.
A primeira afirmação diz que o TPAC refere-se à eficiência e à efetividade com que o sistema nervoso auditivo central utiliza a informação auditiva. Isso é verdadeiro, pois o TPAC não está ligado a lesões na orelha, mas sim à maneira como o cérebro processa os sons.
A segunda afirmação aborda que uma pessoa pode ter audição normal para tons puros, mas ainda assim ter dificuldades para processar sons verbais e não verbais. Isso é absolutamente verdadeiro – é o que diferencia problemas de audição periférica dos problemas de processamento central.
Na terceira afirmação, lemos sobre "produção articulatória ininteligível". Essa característica não é típica do TPAC. Quem tem TPAC tem dificuldade em entender sons, mas a fala, a pronúncia, normalmente não fica 'ininteligível' só por esse motivo. Logo, é falsa.
Já a quarta afirmação fala sobre a idade mínima para avaliação do TPAC. É consenso entre especialistas que a avaliação é mais confiável a partir dos sete anos, pois antes disso ainda há maturação importante do sistema auditivo central. Então, é verdadeira.
A quinta afirmação traz: ausência de alterações de orelha média no momento da avaliação. É indispensável que não haja infecções, otites ou alterações, para que o diagnóstico do TPAC seja feito corretamente. Portanto, é verdadeira.
Na última afirmação, diz que para realizar avaliação, o nível de atenção deve estar incompatível com as tarefas solicitadas. Isso está totalmente incorreto: o ideal é que a pessoa esteja atenta e compreenda as tarefas, senão o resultado da avaliação fica comprometido. Falsa.
Assim, a sequência correta é: V – V – F – V – V – F. O gabarito é a letra D.