Equipe Gabarite
EQUIPE
28/08/2026 • 20:01
Vamos analisar o tema da questão: o Transtorno do Espectro Autista, mais conhecido como TEA. Com o aumento da discussão sobre esse tema, é importante que profissionais de psicologia estejam atentos aos critérios diagnósticos, principalmente conforme estabelecido pelo DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, quinta edição), que é referência mundial.
Para o TEA, o DSM-5 traz critérios bem claros: ele destaca dois domínios principais. O primeiro deles é justamente o que aparece na alternativa B: déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos. Isso inclui desde dificuldades na reciprocidade social, problemas na comunicação não verbal, até desafios para criar ou manter relacionamentos. Esses são considerados critérios fundamentais e indispensáveis para o diagnóstico de autismo.
As demais alternativas não estão relacionadas ao TEA de acordo com o DSM-5. A alternativa A é característica do transtorno de conduta. A C descreve sintomas psicóticos, como delírios e alucinações, comuns em esquizofrenia, não no autismo. A D fala de dificuldades acadêmicas específicas, que se encaixam mais em transtornos de aprendizagem como dislexia. E, por fim, a E cita convulsões e alterações motoras, que não são requisitos diagnósticos do TEA, apesar de poderem estar presentes em alguns casos.
Portanto, a alternativa correta, que traz um dos critérios diagnósticos para o TEA segundo o DSM-5, é a letra B.
Para o TEA, o DSM-5 traz critérios bem claros: ele destaca dois domínios principais. O primeiro deles é justamente o que aparece na alternativa B: déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos. Isso inclui desde dificuldades na reciprocidade social, problemas na comunicação não verbal, até desafios para criar ou manter relacionamentos. Esses são considerados critérios fundamentais e indispensáveis para o diagnóstico de autismo.
As demais alternativas não estão relacionadas ao TEA de acordo com o DSM-5. A alternativa A é característica do transtorno de conduta. A C descreve sintomas psicóticos, como delírios e alucinações, comuns em esquizofrenia, não no autismo. A D fala de dificuldades acadêmicas específicas, que se encaixam mais em transtornos de aprendizagem como dislexia. E, por fim, a E cita convulsões e alterações motoras, que não são requisitos diagnósticos do TEA, apesar de poderem estar presentes em alguns casos.
Portanto, a alternativa correta, que traz um dos critérios diagnósticos para o TEA segundo o DSM-5, é a letra B.