Ingrid Nunes
EQUIPE
28/08/2026 • 10:01
Vamos analisar essa bela questão inspirada em Vinicius de Moraes. O trecho citado - 'Que não seja imortal, posto que é chama, Mas que seja infinito enquanto dure.' - traz para o leitor uma reflexão sobre a natureza do amor.
Repare que o eu lírico admite que o amor não precisa ser 'imortal', ou seja, não precisa durar para sempre, pois é chama, algo intenso e vivo, porém passageiro por natureza. Ele valoriza, no entanto, que, enquanto existir, seja vivenciado com intensidade, de forma plena, 'infinito enquanto dure'.
Assim, a alternativa correta é aquela que mostra essa valorização da intensidade do sentimento, não sua duração eterna. A opção b) 'Considera que a intensidade do amor é mais importante do que sua duração permanente.' está perfeitamente alinhada com o sentido do trecho. As outras falam de superficialidade, infelicidade, imortalidade ou associam fidelidade à duração — nada disso está presente na intenção do poeta.
Portanto, o gabarito é a letra b.
Repare que o eu lírico admite que o amor não precisa ser 'imortal', ou seja, não precisa durar para sempre, pois é chama, algo intenso e vivo, porém passageiro por natureza. Ele valoriza, no entanto, que, enquanto existir, seja vivenciado com intensidade, de forma plena, 'infinito enquanto dure'.
Assim, a alternativa correta é aquela que mostra essa valorização da intensidade do sentimento, não sua duração eterna. A opção b) 'Considera que a intensidade do amor é mais importante do que sua duração permanente.' está perfeitamente alinhada com o sentido do trecho. As outras falam de superficialidade, infelicidade, imortalidade ou associam fidelidade à duração — nada disso está presente na intenção do poeta.
Portanto, o gabarito é a letra b.