Camila Duarte
EQUIPE
28/08/2026 • 07:01
Vamos conversar sobre um tema clássico das provas de Biologia: as evidências da evolução. Quando estudamos evolução, analisamos tanto a origem dos seres vivos quanto a relação deles entre si, usando pistas anatômicas, fisiológicas e até genéticas. Uma das formas de comparar espécies é olhar se seus órgãos têm mesma origem (órgãos homólogos) ou só funções parecidas (órgãos análogos).
Vamos analisar cada alternativa: A alternativa A traz que as nadadeiras do golfinho e do tubarão são exemplos de órgãos análogos porque desempenham a mesma função, mas vêm de ancestrais diferentes. Está correta: golfinhos são mamíferos, tubarões são peixes cartilaginosos; suas nadadeiras têm funções parecidas, mas origens distintas, portanto são análogas.
A alternativa B coloca as asas dos morcegos e nadadeiras das baleias como órgãos homólogos porque podem ter funções iguais ou diferentes e originam-se do mesmo ancestral. Aqui está o detalhe: asas de morcegos e nadadeiras de baleia são, sim, homólogas, porque originam-se de membros anteriores dos vertebrados tetrápodes, mas suas funções são diferentes (voar, nadar). Logo, a justificativa está adequada.
A alternativa C afirma que convergência evolutiva ocorre em espécies evolutivamente semelhantes. Aqui está a pegadinha: convergência ocorre justamente em espécies NÃO aparentadas que desenvolvem estruturas ou características parecidas devido a pressões ambientais semelhantes, e não porque são evolutivamente próximas. Elas podem até apresentar órgãos análogos por causa do ambiente, mas não são evolutivamente semelhantes.
A alternativa D fala da semelhança de formas entre golfinhos, tubarões e ictiossauros como exemplo de convergência evolutiva. É isso mesmo, diferentes animais evoluíram formas parecidas para melhor se adaptar ao ambiente aquático, exemplo típico de convergência evolutiva.
Portanto, a opção INCORRETA é a letra C.
Vamos analisar cada alternativa: A alternativa A traz que as nadadeiras do golfinho e do tubarão são exemplos de órgãos análogos porque desempenham a mesma função, mas vêm de ancestrais diferentes. Está correta: golfinhos são mamíferos, tubarões são peixes cartilaginosos; suas nadadeiras têm funções parecidas, mas origens distintas, portanto são análogas.
A alternativa B coloca as asas dos morcegos e nadadeiras das baleias como órgãos homólogos porque podem ter funções iguais ou diferentes e originam-se do mesmo ancestral. Aqui está o detalhe: asas de morcegos e nadadeiras de baleia são, sim, homólogas, porque originam-se de membros anteriores dos vertebrados tetrápodes, mas suas funções são diferentes (voar, nadar). Logo, a justificativa está adequada.
A alternativa C afirma que convergência evolutiva ocorre em espécies evolutivamente semelhantes. Aqui está a pegadinha: convergência ocorre justamente em espécies NÃO aparentadas que desenvolvem estruturas ou características parecidas devido a pressões ambientais semelhantes, e não porque são evolutivamente próximas. Elas podem até apresentar órgãos análogos por causa do ambiente, mas não são evolutivamente semelhantes.
A alternativa D fala da semelhança de formas entre golfinhos, tubarões e ictiossauros como exemplo de convergência evolutiva. É isso mesmo, diferentes animais evoluíram formas parecidas para melhor se adaptar ao ambiente aquático, exemplo típico de convergência evolutiva.
Portanto, a opção INCORRETA é a letra C.