Marcos de Castro
EQUIPE
28/08/2026 • 06:01
Vamos analisar a situação apresentada: João possui 45 anos, um IMC de 34 kg/m² (indicando obesidade grau I), circunferência abdominal elevada (alto risco cardiovascular), glicemia de jejum aumentada (pré-diabetes) e triglicerídeos acima do valor de referência. Ele também relata sintomas comuns em casos de obesidade, como fadiga e dificuldade de emagrecimento. Essas características apontam para um cuidado nutricional que vise, além da perda de peso, melhora metabólica geral.
De cara, é importante evitar medidas extremas. As dietas muito restritivas em calorias, como a que propõe menos de 800 kcal/dia (alternativa a), são indicadas apenas em casos muito específicos e sempre sob rigoroso acompanhamento médico, pois deixam o paciente vulnerável a deficiências e efeitos colaterais severos. Não é a melhor recomendação para um tratamento inicial de obesidade.
A alternativa b sugere uma dieta hiperproteica acima de 2,5 g/kg/dia, o que é uma quantidade excessivamente alta de proteínas, podendo sobrecarregar principalmente os rins, sendo também desbalanceado e não recomendado para perda de peso segura e eficaz a longo prazo.
A alternativa c recomenda focar só na restrição de carboidratos simples, porém, para pessoas obesas, controlar apenas o tipo de carboidrato sem atenção ao total calórico não costuma trazer o resultado desejado, e o risco é não gerar déficit energético suficiente para a perda de peso.
A alternativa d propõe uma abordagem baseada nas evidências: dieta hipocalórica balanceada, reduzindo cerca de 500 a 750 kcal/dia do gasto energético total. Esse método é o mais recomendado pelas diretrizes nacionais e internacionais para perda de peso sustentável e segura, e ainda permite ao nutricionista controlar não só calorias, mas também a qualidade da alimentação, prevenindo carências nutricionais e promovendo melhora metabólica.
Portanto, o caminho mais seguro, coerente e recomendado é o descrito na alternativa d.
Gabarito: d
De cara, é importante evitar medidas extremas. As dietas muito restritivas em calorias, como a que propõe menos de 800 kcal/dia (alternativa a), são indicadas apenas em casos muito específicos e sempre sob rigoroso acompanhamento médico, pois deixam o paciente vulnerável a deficiências e efeitos colaterais severos. Não é a melhor recomendação para um tratamento inicial de obesidade.
A alternativa b sugere uma dieta hiperproteica acima de 2,5 g/kg/dia, o que é uma quantidade excessivamente alta de proteínas, podendo sobrecarregar principalmente os rins, sendo também desbalanceado e não recomendado para perda de peso segura e eficaz a longo prazo.
A alternativa c recomenda focar só na restrição de carboidratos simples, porém, para pessoas obesas, controlar apenas o tipo de carboidrato sem atenção ao total calórico não costuma trazer o resultado desejado, e o risco é não gerar déficit energético suficiente para a perda de peso.
A alternativa d propõe uma abordagem baseada nas evidências: dieta hipocalórica balanceada, reduzindo cerca de 500 a 750 kcal/dia do gasto energético total. Esse método é o mais recomendado pelas diretrizes nacionais e internacionais para perda de peso sustentável e segura, e ainda permite ao nutricionista controlar não só calorias, mas também a qualidade da alimentação, prevenindo carências nutricionais e promovendo melhora metabólica.
Portanto, o caminho mais seguro, coerente e recomendado é o descrito na alternativa d.
Gabarito: d