Equipe Gabarite
EQUIPE
28/08/2026 • 06:01
Vamos analisar essa questão sobre conduta nutricional na síndrome metabólica com esteatose hepática, um tema muito comum no consultório. Maria tem IMC na faixa da obesidade (31 kg/m²), HDL baixo, triglicerídeos elevados, resistência insulínica e enzima hepática levemente alterada, características clássicas do quadro metabólico. O principal objetivo nesse caso é reduzir o risco cardiovascular, a resistência insulínica e, claro, prevenir a progressão da doença hepática. O foco precisa ser a mudança do padrão alimentar para um estilo de vida mais saudável e, principalmente, sustentável.
Opção A fala de jejum prolongado (≥24 horas), o que é contraindicado, pois além de não ser a prática prioritária, pode ser perigoso para pessoas com quadro metabólico associado.
A alternativa B menciona aumento do consumo de ultraprocessados, mesmo que enriquecidos artificialmente. Isso não melhora a alimentação de ninguém – ultraprocessados estão muito ligados ao aumento do risco de doenças metabólicas.
A alternativa C sugere uma dieta rica em proteína animal e exclusão de frutas e hortaliças para evitar carboidratos. Também está incorreta: restrições tão radicais não se justificam, já que frutas e hortaliças são essenciais à saúde (inclusive, as fibras delas ajudam a controlar glicemia e lipídeos).
A alternativa D propõe a orientação fundamentada na redução das gorduras saturadas (presentes em carnes gordas, frituras, processados) e na priorização das insaturadas (encontradas em azeite, abacate, peixes, oleaginosas), sempre junto com uma dieta hipocalórica – medida priorizada no tratamento da obesidade, da esteatose e da síndrome metabólica. Esse é justamente o padrão recomendado pelas diretrizes atuais.
Portanto, a melhor resposta é a alternativa D.
Opção A fala de jejum prolongado (≥24 horas), o que é contraindicado, pois além de não ser a prática prioritária, pode ser perigoso para pessoas com quadro metabólico associado.
A alternativa B menciona aumento do consumo de ultraprocessados, mesmo que enriquecidos artificialmente. Isso não melhora a alimentação de ninguém – ultraprocessados estão muito ligados ao aumento do risco de doenças metabólicas.
A alternativa C sugere uma dieta rica em proteína animal e exclusão de frutas e hortaliças para evitar carboidratos. Também está incorreta: restrições tão radicais não se justificam, já que frutas e hortaliças são essenciais à saúde (inclusive, as fibras delas ajudam a controlar glicemia e lipídeos).
A alternativa D propõe a orientação fundamentada na redução das gorduras saturadas (presentes em carnes gordas, frituras, processados) e na priorização das insaturadas (encontradas em azeite, abacate, peixes, oleaginosas), sempre junto com uma dieta hipocalórica – medida priorizada no tratamento da obesidade, da esteatose e da síndrome metabólica. Esse é justamente o padrão recomendado pelas diretrizes atuais.
Portanto, a melhor resposta é a alternativa D.