Matheus Fernandes
EQUIPE
28/08/2026 • 06:01
Vamos analisar juntos uma situação bem comum no consultório: Marcos é um paciente idoso, com obesidade (IMC acima de 30), diabético tipo 2 há bastante tempo, e com exames alterados, mostrando descontrole glicêmico (glicemia de jejum e HbA1c elevados), HDL baixo e triglicerídeos elevados. Ou seja, ele está com sobrepeso, diabetes descompensado e dislipidemia.
Diante desse perfil, a primeira etapa é pensar que o objetivo para Marcos é promover a perda de peso, melhorar o controle da glicemia e regularizar o perfil lipídico. O tratamento nutricional nesses casos deve focar na redução calórica (para incentivar o emagrecimento), escolha de alimentos saudáveis, com destaque para aqueles de baixo índice glicêmico (para não provocar picos de açúcar no sangue), e priorizar as boas gorduras (insaturadas), já que ele está com triglicerídeos altos e HDL baixo.
Vamos revisar as opções: a) Não se recomenda substituir refeições por produtos industrializados diet/light, pois podem ser pobres em nutrientes e não ajudam no hábito alimentar saudável. b) Incentivar sucos, mesmo naturais, sem restrição é um erro; muitos sucos são ricos em açúcares naturais e contribuem para o descontrole do diabetes. c) Reduzir carboidratos a menos de 10% e aumentar proteína para 40% é uma abordagem extrema e restritiva, não indicada nas diretrizes para esse perfil — pode trazer outros riscos. d) É o que condiz com as recomendações atuais: reduzir o consumo calórico total, focar em alimentos de baixo índice glicêmico (como integrais, legumes, verduras), incentivar boas gorduras como azeite, abacate, castanhas, sem excessos e sempre orientando equilíbrio.
Portanto, a alternativa mais adequada e fundamentada é a letra D.
Diante desse perfil, a primeira etapa é pensar que o objetivo para Marcos é promover a perda de peso, melhorar o controle da glicemia e regularizar o perfil lipídico. O tratamento nutricional nesses casos deve focar na redução calórica (para incentivar o emagrecimento), escolha de alimentos saudáveis, com destaque para aqueles de baixo índice glicêmico (para não provocar picos de açúcar no sangue), e priorizar as boas gorduras (insaturadas), já que ele está com triglicerídeos altos e HDL baixo.
Vamos revisar as opções: a) Não se recomenda substituir refeições por produtos industrializados diet/light, pois podem ser pobres em nutrientes e não ajudam no hábito alimentar saudável. b) Incentivar sucos, mesmo naturais, sem restrição é um erro; muitos sucos são ricos em açúcares naturais e contribuem para o descontrole do diabetes. c) Reduzir carboidratos a menos de 10% e aumentar proteína para 40% é uma abordagem extrema e restritiva, não indicada nas diretrizes para esse perfil — pode trazer outros riscos. d) É o que condiz com as recomendações atuais: reduzir o consumo calórico total, focar em alimentos de baixo índice glicêmico (como integrais, legumes, verduras), incentivar boas gorduras como azeite, abacate, castanhas, sem excessos e sempre orientando equilíbrio.
Portanto, a alternativa mais adequada e fundamentada é a letra D.