Considerando o Código de Ética do/a Assisten...

Considerando o Código de Ética do/a Assistente Social de 1993, analise as afirmações abaixo e depois marque a alternativa correspondente.


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Considerando o Código de Ética do/a Assistente Social de 1993, analise as afirmações abaixo e depois marque a alternativa correspondente.

I - O Código de Ética Profissional de 1993 pode ser considerado uma revisão do Código de 1986. Esse último foi uma expressão das conquistas e ganhos das décadas de 1970/1980, através de dois procedimentos: negação da base filosófica tradicional, nitidamente conservadora, que norteava a “ética da neutralidade”, e afirmação de um novo perfil do/a técnico/a, não mais um/a agente subalterno/a e apenas executivo/a, mas um/a profissional competente teórica, técnica e politicamente.

II - O Código de Ética Profissional de 1993 reafirmou valores fundantes - a liberdade e a justiça social -, articulou-os a partir da exigência democrática: a democracia é tomada como valor ético-político central, na medida em que é o único padrão de organização político-social capaz de assegurar a explicitação dos valores essenciais da liberdade e da equidade. É ela, ademais, que favorece a ultrapassagem das limitações reais que a ordem burguesa impõe ao desenvolvimento pleno da cidadania, dos direitos e garantias individuais e sociais e das tendências à autonomia e à autogestão social.

III - O Código de Ética Profissional de 1993 normatizou o exercício profissional, de modo a permitir que os valores da liberdade e a justiça social sejam retraduzidos no relacionamento entre assistentes sociais, instituições/organizações e população, preservando-se os direitos e deveres profissionais, a qualidade dos serviços e a responsabilidade diante do/a usuário/a.

IV - A ética no Serviço Social tem como suporte uma ontologia do ser social: os valores são determinações da prática social, resultantes da atividade criadora tipificada no processo de trabalho. É mediante o processo de trabalho que o ser social se constitui, instaura-se como distinto do ser natural, dispondo de capacidade teleológica, projetiva, consciente; é por essa socialização que ele se põe como ser capaz de liberdade.

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