Equipe Gabarite
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17/09/2026 • 08:01
Vamos falar sobre o transtorno do espectro autista (TEA) conforme o DSM-5, que é a referência atual para diagnóstico de transtornos mentais. Antes, no DSM-IV, o autismo era dividido em categorias mais rígidas, como autismo clássico, síndrome de Asperger e outros subtipos. No DSM-5, essas categorias foram integradas em um espectro único, reconhecendo que o autismo varia bastante em termos de sintomas e gravidade.
O DSM-5 considera a gravidade do TEA com base em dois domínios principais: prejuízos na comunicação social e comportamentos restritos e repetitivos. Ou seja, a avaliação de sintomas é focada nessas áreas, e a gravidade ajuda a orientar as necessidades de suporte para o indivíduo. Além disso, o manual não eliminou a avaliação do prejuízo funcional; pelo contrário, é importante avaliar o impacto dessas dificuldades na vida da pessoa.
Outra questão relevante é que o TEA pode coexistir com outras condições, incluindo a deficiência intelectual. Portanto, a coexistência não é proibida nem excluída. Por fim, embora existam fatores genéticos envolvidos no TEA, o DSM-5 não estabelece que seja exclusivamente determinado por hereditariedade, reconhecendo também influência de fatores ambientais.
Analisando as alternativas, a única que está alinhada ao modelo atual do DSM-5 é a letra d, que fala da gravidade baseada nos prejuízos na comunicação social e nos padrões de comportamento restritos e repetitivos.
O DSM-5 considera a gravidade do TEA com base em dois domínios principais: prejuízos na comunicação social e comportamentos restritos e repetitivos. Ou seja, a avaliação de sintomas é focada nessas áreas, e a gravidade ajuda a orientar as necessidades de suporte para o indivíduo. Além disso, o manual não eliminou a avaliação do prejuízo funcional; pelo contrário, é importante avaliar o impacto dessas dificuldades na vida da pessoa.
Outra questão relevante é que o TEA pode coexistir com outras condições, incluindo a deficiência intelectual. Portanto, a coexistência não é proibida nem excluída. Por fim, embora existam fatores genéticos envolvidos no TEA, o DSM-5 não estabelece que seja exclusivamente determinado por hereditariedade, reconhecendo também influência de fatores ambientais.
Analisando as alternativas, a única que está alinhada ao modelo atual do DSM-5 é a letra d, que fala da gravidade baseada nos prejuízos na comunicação social e nos padrões de comportamento restritos e repetitivos.