Equipe Gabarite
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02/09/2026 • 07:02
Vamos falar da avaliação escolar e como ela pode ser compreendida para realmente ajudar no aprendizado dos alunos. Cipriano Carlos Luckesi é um grande estudioso da avaliação e defende que ela não deve ser apenas um mecanismo para medir ou classificar, mas sim um processo voltado para entender como o aluno está aprendendo e, a partir disso, ajudar a melhorar esse aprendizado.
No caso apresentado, a escola está apostando em mais provas e simulados semanais, pensando que essa prática aumentará o desempenho dos estudantes. Mas, segundo Luckesi, a avaliação deve ser parte de um ato pedagógico, ou seja, ela deve servir para diagnosticar o que cada aluno sabe ou não sabe, quais dificuldades têm, para que a equipe docente possa adaptar suas estratégias e promover um ensino que realmente avance a aprendizagem.
Assim, a avaliação não é apenas um instrumento para classificar os alunos (como em uma prova que decide quem passa ou quem não passa), mas um momento formativo que orienta professores e estudantes no processo de ensino-aprendizagem. Portanto, a estratégia mais adequada é aquela que enxerga a avaliação como um processo formativo, que deve ser contínuo e que serve para orientar o ensino e favorecer o aprendizado, nada a ver com aumentar a frequência apenas de provas objetivas sem aprofundar o diagnóstico.
Analisando as alternativas, a que mais corresponde à concepção defendida por Luckesi é a alternativa b), que destaca a avaliação como ato pedagógico, diagnóstico e formativo, direcionado a subsidiar decisões para favorecer a aprendizagem.
No caso apresentado, a escola está apostando em mais provas e simulados semanais, pensando que essa prática aumentará o desempenho dos estudantes. Mas, segundo Luckesi, a avaliação deve ser parte de um ato pedagógico, ou seja, ela deve servir para diagnosticar o que cada aluno sabe ou não sabe, quais dificuldades têm, para que a equipe docente possa adaptar suas estratégias e promover um ensino que realmente avance a aprendizagem.
Assim, a avaliação não é apenas um instrumento para classificar os alunos (como em uma prova que decide quem passa ou quem não passa), mas um momento formativo que orienta professores e estudantes no processo de ensino-aprendizagem. Portanto, a estratégia mais adequada é aquela que enxerga a avaliação como um processo formativo, que deve ser contínuo e que serve para orientar o ensino e favorecer o aprendizado, nada a ver com aumentar a frequência apenas de provas objetivas sem aprofundar o diagnóstico.
Analisando as alternativas, a que mais corresponde à concepção defendida por Luckesi é a alternativa b), que destaca a avaliação como ato pedagógico, diagnóstico e formativo, direcionado a subsidiar decisões para favorecer a aprendizagem.