Camila Duarte
EQUIPE
01/09/2026 • 10:35
Vamos conversar sobre um tema muito delicado e importante: as crises suicidas e o sofrimento mental. Entender isso vai além de apenas olhar listas de sintomas ou diagnósticos, porque a experiência de quem está sofrendo é complexa e envolve vários fatores interligados. Estas crises não são simples atos impulsivos ou manipulativos, e por isso, lidar com elas exige sensibilidade, um olhar atento para a dor da pessoa e compreensão das suas dificuldades emocionais.
A questão nos pede para identificar qual alternativa entende a crise suicida como um fenômeno multidimensional, ou seja, complexo, multifatorial e que envolve uma profunda dor psicológica. Na alternativa (a), diz que o ato é impulsivo, sem avisos prévios e que não pode ser prevenido, o que não é correto, pois há sinais e formas de intervenção. A (b) reduz o sofrimento a um capricho, o que é uma visão equivocada e prejudicial. A (d) trata o problema como algo apenas biológico, desprezando a importância do acolhimento e das emoções. A (e) limita a crise ao transtorno borderline, o que não é verdade, pois crises suicidas podem ocorrer em vários transtornos ou até sem diagnóstico.
A alternativa (c) define a crise suicida como um fenômeno complexo em que a dor psicológica é intolerável e o indivíduo tem uma rigidez cognitiva que o leva a acreditar que a morte é a única saída para acabar com o sofrimento, o que está alinhado com a visão multidimensional e mais ampla do sofrimento mental.
Portanto, a resposta correta é a alternativa (c).
A questão nos pede para identificar qual alternativa entende a crise suicida como um fenômeno multidimensional, ou seja, complexo, multifatorial e que envolve uma profunda dor psicológica. Na alternativa (a), diz que o ato é impulsivo, sem avisos prévios e que não pode ser prevenido, o que não é correto, pois há sinais e formas de intervenção. A (b) reduz o sofrimento a um capricho, o que é uma visão equivocada e prejudicial. A (d) trata o problema como algo apenas biológico, desprezando a importância do acolhimento e das emoções. A (e) limita a crise ao transtorno borderline, o que não é verdade, pois crises suicidas podem ocorrer em vários transtornos ou até sem diagnóstico.
A alternativa (c) define a crise suicida como um fenômeno complexo em que a dor psicológica é intolerável e o indivíduo tem uma rigidez cognitiva que o leva a acreditar que a morte é a única saída para acabar com o sofrimento, o que está alinhado com a visão multidimensional e mais ampla do sofrimento mental.
Portanto, a resposta correta é a alternativa (c).