Matheus Fernandes
EQUIPE
01/09/2026 • 10:02
Vamos conversar sobre um tema muito importante no trabalho do psicólogo judiciário: a adoção de adolescentes em acolhimento institucional. Essa situação envolve aspectos delicados, como a preparação emocional do jovem para uma nova família, o respeito pela história de vida e os vínculos anteriores, além do processo ético e técnico que guia essa transição.
O adolescente mencionado na questão tem sentimentos complexos, como idealizar a nova família e sentir culpa ou lealdade invisível à família biológica. O psicólogo precisa considerar tudo isso para promover uma intervenção adequada. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) orientam que o processo deve respeitar o tempo do jovem, trabalhar a preparação dos envolvidos e garantir um acompanhamento que favoreça vínculos afetivos saudáveis.
Analisando as alternativas: a letra a) sugere uma saída rápida e rompe o suporte, algo que é contra a ética e o cuidado necessários; a b) propõe proibir menções ao passado, o que ignora a importância da história para a identidade do adolescente; a c) enfatiza uma abordagem patologizante e condicionante, que não é recomendada; a e) limita a atuação do psicólogo a relatórios superficiais, transferindo a responsabilidade e os aspectos emocionais para terceiros, o que não corresponde ao papel do profissional.
Por outro lado, a alternativa d) indica a realização de encontros preparatórios que trabalham o luto da família de origem e as expectativas, com uma convivência gradual para fortalecer os vínculos. Essa é uma prática alinhada com as diretrizes éticas e técnicas para intervenções na adoção, pois respeita o processo emocional do adolescente e dos pretendentes.
Portanto, a alternativa correta é a d.
O adolescente mencionado na questão tem sentimentos complexos, como idealizar a nova família e sentir culpa ou lealdade invisível à família biológica. O psicólogo precisa considerar tudo isso para promover uma intervenção adequada. O Conselho Federal de Psicologia (CFP) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) orientam que o processo deve respeitar o tempo do jovem, trabalhar a preparação dos envolvidos e garantir um acompanhamento que favoreça vínculos afetivos saudáveis.
Analisando as alternativas: a letra a) sugere uma saída rápida e rompe o suporte, algo que é contra a ética e o cuidado necessários; a b) propõe proibir menções ao passado, o que ignora a importância da história para a identidade do adolescente; a c) enfatiza uma abordagem patologizante e condicionante, que não é recomendada; a e) limita a atuação do psicólogo a relatórios superficiais, transferindo a responsabilidade e os aspectos emocionais para terceiros, o que não corresponde ao papel do profissional.
Por outro lado, a alternativa d) indica a realização de encontros preparatórios que trabalham o luto da família de origem e as expectativas, com uma convivência gradual para fortalecer os vínculos. Essa é uma prática alinhada com as diretrizes éticas e técnicas para intervenções na adoção, pois respeita o processo emocional do adolescente e dos pretendentes.
Portanto, a alternativa correta é a d.