David Castilho
EQUIPE
01/09/2026 • 07:02
Quando falamos de laudo audiológico, é fundamental entender que ele é um documento técnico que deve espelhar com precisão os resultados dos exames audiológicos. A avaliação da audição envolve análise detalhada dos limiares auditivos obtidos em diferentes vias – aérea e óssea –, assim como a especificação do tipo, grau e configuração da perda auditiva, entre outros dados essenciais.
A alternativa a) está incorreta porque a classificação do tipo de perda auditiva deve considerar tanto os limiares da via aérea quanto os da via óssea, já que essa comparação é fundamental para diferenciar os tipos de perda (condutiva, sensorioneural ou mista).
A alternativa b) também não é adequada, porque a configuração audiométrica é sempre relevante para o diagnóstico e o planejamento do tratamento, independentemente do grau da perda.
A alternativa c) é correta, pois o fonoaudiólogo deve informar qual classificação de grau da perda auditiva está utilizando e citar o autor ou referência, pois diferentes tabelas ou critérios podem levar a classificações distintas, o que é importante para a clareza e precisão do laudo.
A alternativa d) está errada, visto que a classificação do grau da perda auditiva não pode ser feita a partir de uma única frequência, sendo recomendável o uso de médias tritonais ou quadritonais para uma avaliação mais representativa.
A alternativa e) não é adequada, pois o termo "audição normal" deve ser usado com cautela, já que o exame tonal audiométrico avalia principalmente a via auditiva periférica e não reflete necessariamente a integridade de toda a via auditiva central.
Portanto, a alternativa que retrata corretamente um critério recomendado para a elaboração do laudo audiológico do adulto é a alternativa c).
A alternativa a) está incorreta porque a classificação do tipo de perda auditiva deve considerar tanto os limiares da via aérea quanto os da via óssea, já que essa comparação é fundamental para diferenciar os tipos de perda (condutiva, sensorioneural ou mista).
A alternativa b) também não é adequada, porque a configuração audiométrica é sempre relevante para o diagnóstico e o planejamento do tratamento, independentemente do grau da perda.
A alternativa c) é correta, pois o fonoaudiólogo deve informar qual classificação de grau da perda auditiva está utilizando e citar o autor ou referência, pois diferentes tabelas ou critérios podem levar a classificações distintas, o que é importante para a clareza e precisão do laudo.
A alternativa d) está errada, visto que a classificação do grau da perda auditiva não pode ser feita a partir de uma única frequência, sendo recomendável o uso de médias tritonais ou quadritonais para uma avaliação mais representativa.
A alternativa e) não é adequada, pois o termo "audição normal" deve ser usado com cautela, já que o exame tonal audiométrico avalia principalmente a via auditiva periférica e não reflete necessariamente a integridade de toda a via auditiva central.
Portanto, a alternativa que retrata corretamente um critério recomendado para a elaboração do laudo audiológico do adulto é a alternativa c).