Ingrid Nunes
EQUIPE
01/09/2026 • 07:02
Esta questão aborda a avaliação e manejo da disfagia orofaríngea em pacientes após acidente vascular encefálico (AVE). Disfagia é a dificuldade de engolir, comum após AVE, e a avaliação clínica fonoaudiológica é essencial para identificar quais consistências alimentares o paciente pode manejar com segurança.
No caso apresentado, o paciente apresenta tosse frequente e voz molhada ao ingerir líquidos finos, que são sinais de aspiração ou penetração durante a deglutição. Já a ausência de sinais clínicos durante a ingestão de alimentos pastosos sugere que essa consistência pode ser mais segura para ele.
A conduta adequada neste contexto é adequar a consistência da dieta para prevenir riscos de aspiração, ou seja, restringir líquidos finos e utilizar consistências mais espessas, como pastosas homogêneas, associada ao acompanhamento fonoaudiológico contínuo para monitorar a evolução e ajustar a conduta conforme necessário. Procedimentos invasivos (cirúrgicos) ou suspensão total da via oral não são indicados sem tentativas de reabilitação e manejo dietético. Além disso, a simples ausência de sinais durante a ingestão de pastosas não permite liberar a dieta totalmente, já que há risco evidente com líquidos finos. O uso indiscriminado de espessantes em todas as consistências também não é recomendado se a avaliação clínica não evidenciou dificuldades em todas.
Portanto, a alternativa correta é a letra a) porque alinha a restrição da consistência problemática (líquidos finos) e a manutenção da consistência mais segura (pastosa), garantindo acompanhamento adequado.
No caso apresentado, o paciente apresenta tosse frequente e voz molhada ao ingerir líquidos finos, que são sinais de aspiração ou penetração durante a deglutição. Já a ausência de sinais clínicos durante a ingestão de alimentos pastosos sugere que essa consistência pode ser mais segura para ele.
A conduta adequada neste contexto é adequar a consistência da dieta para prevenir riscos de aspiração, ou seja, restringir líquidos finos e utilizar consistências mais espessas, como pastosas homogêneas, associada ao acompanhamento fonoaudiológico contínuo para monitorar a evolução e ajustar a conduta conforme necessário. Procedimentos invasivos (cirúrgicos) ou suspensão total da via oral não são indicados sem tentativas de reabilitação e manejo dietético. Além disso, a simples ausência de sinais durante a ingestão de pastosas não permite liberar a dieta totalmente, já que há risco evidente com líquidos finos. O uso indiscriminado de espessantes em todas as consistências também não é recomendado se a avaliação clínica não evidenciou dificuldades em todas.
Portanto, a alternativa correta é a letra a) porque alinha a restrição da consistência problemática (líquidos finos) e a manutenção da consistência mais segura (pastosa), garantindo acompanhamento adequado.