Ingrid Nunes
EQUIPE
07/09/2026 • 04:02
Vamos entender antes o que cada uma das asserções quer dizer. A asserção I fala sobre a criança como um sujeito histórico e de direitos, que constrói sua identidade por meio das experiências cotidianas, explorando o mundo e produzindo cultura. Isso está alinhado com a visão contemporânea da criança como protagonista de seu próprio desenvolvimento, que interage com o meio social, cultural e natural.
Já a asserção II apresenta as práticas educativas que têm o objetivo de unir as experiências e saberes das crianças com o patrimônio cultural em várias áreas do conhecimento, para que seu desenvolvimento integral seja promovido, especialmente na faixa de 0 a 5 anos. Isso é coerente com as orientações pedagógicas atuais que valorizam essa articulação para o aprendizado infantil.
Ambas as asserções são verdadeiras e relacionam conceitos complementares: a primeira fala sobre a criança enquanto sujeito, seu papel ativo no mundo, e a segunda fala sobre as práticas educativas que buscam dar suporte e ampliar essa construção cultural e identitária. Contudo, a asserção II não justifica a I, pois ela fala de práticas pedagógicas que promovem o desenvolvimento integral, enquanto a I define o conceito da criança como sujeito e agente cultural. Ou seja, a II não explica o motivo da I, mas é uma ação consequente que parte desse entendimento.
Portanto, as duas são verdadeiras, porém a II não justifica a I.
Já a asserção II apresenta as práticas educativas que têm o objetivo de unir as experiências e saberes das crianças com o patrimônio cultural em várias áreas do conhecimento, para que seu desenvolvimento integral seja promovido, especialmente na faixa de 0 a 5 anos. Isso é coerente com as orientações pedagógicas atuais que valorizam essa articulação para o aprendizado infantil.
Ambas as asserções são verdadeiras e relacionam conceitos complementares: a primeira fala sobre a criança enquanto sujeito, seu papel ativo no mundo, e a segunda fala sobre as práticas educativas que buscam dar suporte e ampliar essa construção cultural e identitária. Contudo, a asserção II não justifica a I, pois ela fala de práticas pedagógicas que promovem o desenvolvimento integral, enquanto a I define o conceito da criança como sujeito e agente cultural. Ou seja, a II não explica o motivo da I, mas é uma ação consequente que parte desse entendimento.
Portanto, as duas são verdadeiras, porém a II não justifica a I.