Ingrid Nunes
EQUIPE
07/09/2026 • 02:02
Essa questão aborda um tema muito importante na área da Educação, especialmente na disciplina de Geografia: a avaliação e seu papel no desenvolvimento do raciocínio geográfico. Tradicionalmente, a avaliação muitas vezes foi vista apenas como um instrumento classificatório, focado em notas e resultados pontuais, desconsiderando o processo e o desenvolvimento do pensamento do aluno. Por isso, nos últimos anos, muitos educadores têm apontado para a necessidade de práticas avaliativas formativas, que são aquelas que acompanham o aprendizado de forma contínua e orientadora, ajudando o aluno a refletir e aprimorar sua compreensão.
No excerto apresentado, os autores Contreras e Lima destacam exatamente a importância de avaliações formativas e mediadas, em contraposição às avaliações tradicionais que apenas classificam, sem promover o desenvolvimento cognitivo. Isso significa que a avaliação deve ser parte integral do processo de ensino-aprendizagem, ajudando o aluno a construir seu raciocínio geográfico, compreendendo de forma crítica o espaço e a realidade socioespacial ao seu redor.
Analisando as alternativas, a letra (a) está alinhada com essa ideia, pois menciona que a prática avaliativa formativa e mediada atua como mecanismo dinâmico e orientador, afastando-se do tradicionalismo e focando no desenvolvimento cognitivo e na compreensão crítica da realidade.
As outras alternativas trazem conceitos equivocados ou contrários ao que foi defendido no texto e pelo pensamento crítico da avaliação formativa: (b) valoriza a avaliação padronizada e estatística como única forma, o que vai contra a ideia da avaliação formativa; (c) defende a manutenção dos exames tradicionais como suficiente para o raciocínio geográfico, ignorando a necessidade das rupturas; (d) atribui à BNCC a interdição do uso de abordagens contínuas e mediadas, o que não corresponde à proposta da Base, que de fato valoriza o desenvolvimento de competências e habilidades, incluindo a avaliação formativa.
Portanto, a alternativa que melhor representa a articulação entre avaliação e raciocínio geográfico, conforme o texto, é a alternativa (a).
No excerto apresentado, os autores Contreras e Lima destacam exatamente a importância de avaliações formativas e mediadas, em contraposição às avaliações tradicionais que apenas classificam, sem promover o desenvolvimento cognitivo. Isso significa que a avaliação deve ser parte integral do processo de ensino-aprendizagem, ajudando o aluno a construir seu raciocínio geográfico, compreendendo de forma crítica o espaço e a realidade socioespacial ao seu redor.
Analisando as alternativas, a letra (a) está alinhada com essa ideia, pois menciona que a prática avaliativa formativa e mediada atua como mecanismo dinâmico e orientador, afastando-se do tradicionalismo e focando no desenvolvimento cognitivo e na compreensão crítica da realidade.
As outras alternativas trazem conceitos equivocados ou contrários ao que foi defendido no texto e pelo pensamento crítico da avaliação formativa: (b) valoriza a avaliação padronizada e estatística como única forma, o que vai contra a ideia da avaliação formativa; (c) defende a manutenção dos exames tradicionais como suficiente para o raciocínio geográfico, ignorando a necessidade das rupturas; (d) atribui à BNCC a interdição do uso de abordagens contínuas e mediadas, o que não corresponde à proposta da Base, que de fato valoriza o desenvolvimento de competências e habilidades, incluindo a avaliação formativa.
Portanto, a alternativa que melhor representa a articulação entre avaliação e raciocínio geográfico, conforme o texto, é a alternativa (a).