TEXTO 1
A pesquisa intitulada
Educação Popular e Movimentos Sociais no Brasil: Uma Análise dos Processos
Educativos no Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) examina os processos educativos
no Brasil, destacando a educação popular como uma ferramenta de luta e transformação social. Além
disso, analisa os métodos de ensino utilizados, a participação comunitária e os resultados educacionais,
mostrando como a educação no MST contribui para a construção de uma consciência crítica e coletiva.
CALDART, R. S.; SAUER, S.; HECK, S. Educação Popular e Movimentos Sociais no Brasil: Uma Análise dos Processos Educativos no MST.
Disponível em: http://www.ccm.ufpb.br/vepopsus/wp-content/uploads/2018/02/ .
Acesso em: 20 set. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
É possível visualizar a luta das pessoas que vivem no campo em busca da valorização de seus conhecimentos,
suas culturas e suas identidades por meio de um projeto político que poderá se concretizar em diferentes
práticas educativas, que contribuam para um novo jeito de lutar e de pensar a educação. O povo do
campo tem um jeito próprio de viver e de trabalhar, distinto da realidade urbana. Sua raiz cultural define
diferentes maneiras de ser e de se relacionar com o tempo, o espaço e o meio ambiente. O camponês se
produz como ser humano na medida em que produz sua existência, tendo um modo diferenciado, também,
na forma de organizar a família, a comunidade, o trabalho e a educação.
PACHECO, L. M. Educação do campo: valorização da cultura e promoção da cidadania?
Quaestio, Sorocaba, SP, v. 17, n. 2, p. 425-440, nov. 2015 (adaptado).
De acordo com o exposto, os processos educativos do campo contribuem para a valorização dos
conhecimentos e das culturas das pessoas que nele vivem por meio da