Ingrid Nunes
EQUIPE
04/09/2026 • 09:02
Vamos falar sobre aprendizagem da escrita a partir das ideias de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, que são referências super importantes na área de alfabetização. Essas autoras enfatizam que aprender a escrever não é simplesmente decorar regras ou copiar. Ao contrário, é um processo ativo e construtivo.
De acordo com elas, a criança formula hipóteses sobre a escrita, ou seja, ela tenta entender e criar seu próprio sistema ao tentar representar os sons e ideias, testando e ajustando essas ideias conforme tem mais contato com a língua escrita. Isso é algo espontâneo, que surge do contato real com a escrita, não de uma transmissão direta e única do professor.
Assim, a alternativa correta é aquela que defende que a aquisição da escrita se dá a partir da formulação dessas hipóteses feitas pela criança durante seu contato com a escrita. Portanto, a alternativa correta é a letra a). As outras alternativas não refletem as ideias de Ferreiro e Teberosky, seja por atribuírem o processo unicamente ao professor (letra b), ou por focar só no aspecto técnico da correspondência fonema-grafema (letra c), ou ainda por usar termos descontextualizados como "internalização inconsciente psicopatológica" (letra d).
De acordo com elas, a criança formula hipóteses sobre a escrita, ou seja, ela tenta entender e criar seu próprio sistema ao tentar representar os sons e ideias, testando e ajustando essas ideias conforme tem mais contato com a língua escrita. Isso é algo espontâneo, que surge do contato real com a escrita, não de uma transmissão direta e única do professor.
Assim, a alternativa correta é aquela que defende que a aquisição da escrita se dá a partir da formulação dessas hipóteses feitas pela criança durante seu contato com a escrita. Portanto, a alternativa correta é a letra a). As outras alternativas não refletem as ideias de Ferreiro e Teberosky, seja por atribuírem o processo unicamente ao professor (letra b), ou por focar só no aspecto técnico da correspondência fonema-grafema (letra c), ou ainda por usar termos descontextualizados como "internalização inconsciente psicopatológica" (letra d).