Ingrid Nunes
EQUIPE
04/09/2026 • 09:02
Vamos falar sobre decolonialidade no currículo escolar, um tema que tem ganhado bastante atenção nas discussões sobre educação. A ideia central da perspectiva decolonial é justamente questionar as estruturas e conteúdos herdados do colonialismo, que ainda influenciam muito o que se ensina nas escolas. Isso significa não só adicionar conteúdos relacionados a povos indígenas e afro-brasileiros, mas também repensar as formas de conhecimento e as hierarquias que colocam certos saberes europeus como superiores.
Na reorganização curricular segundo a decolonialidade, não basta apenas colocar mais tópicos sobre diversidade ou culturas diferentes, mas sim tensionar e problematizar os referenciais eurocentrados, modificando não só os conteúdos, mas também as práticas, os tempos escolares e os critérios que definem o que é conhecimento legítimo. O objetivo é reconhecer os sujeitos historicamente marginalizados como verdadeiros produtores de saber, cultura e história, mudando a perspectiva dominante e ampliando o entendimento do que é válido na educação.
Analisando as alternativas, a letra 'a' reflete bem essa proposta, pois fala em tensionar os referenciais eurocentrados e reconhecer sujeitos historicamente subalternizados como produtores de saber. As outras opções têm limitações ou focam apenas em inclusão superficial ou na substituição radical que não dialoga com a proposta decolonial corretamente.
Portanto, o gabarito mais apropriado é a alternativa 'a'.
Na reorganização curricular segundo a decolonialidade, não basta apenas colocar mais tópicos sobre diversidade ou culturas diferentes, mas sim tensionar e problematizar os referenciais eurocentrados, modificando não só os conteúdos, mas também as práticas, os tempos escolares e os critérios que definem o que é conhecimento legítimo. O objetivo é reconhecer os sujeitos historicamente marginalizados como verdadeiros produtores de saber, cultura e história, mudando a perspectiva dominante e ampliando o entendimento do que é válido na educação.
Analisando as alternativas, a letra 'a' reflete bem essa proposta, pois fala em tensionar os referenciais eurocentrados e reconhecer sujeitos historicamente subalternizados como produtores de saber. As outras opções têm limitações ou focam apenas em inclusão superficial ou na substituição radical que não dialoga com a proposta decolonial corretamente.
Portanto, o gabarito mais apropriado é a alternativa 'a'.