David Castilho
EQUIPE
04/09/2026 • 03:02
Vamos falar um pouco sobre teoria crítica e sua relação com as tecnologias educativas, que é o cerne dessa questão. A teoria crítica, oriunda da Escola de Frankfurt, propõe uma reflexão profunda sobre a razão, o sujeito e o conhecimento, sempre atenta às dinâmicas de poder, cultura e história.
No texto apresentado, Thomas McCarthy é citado para mostrar que a teoria crítica rejeita a ideia de uma razão pura, imune à influência de contextos sociais e históricos. Também recusa o sujeito cartesiano, aquele indivíduo racional e autônomo, que domina o mundo sem restrições. Ainda, a teoria crítica busca evitar a separação entre prática e teoria, afirmando que o conhecimento deve estar sempre conectado à realidade, às condições concretas, especialmente diante das desigualdades e dinâmicas de poder da sociedade capitalista.
Diante disso, podemos analisar as alternativas e perceber qual delas está alinhada a esses pressupostos. A alternativa (a) está incorreta porque contradiz o texto: a teoria crítica justamente pensa a relação entre tecnologia educativa e capitalismo, não adotando um olhar romântico ou acrítico. A (c) exagera ao afirmar que as tecnologias educativas, de qualquer maneira, revolucionam o ensino, uma posição que a teoria crítica contestaria pelo olhar crítico às relações de poder envolvidas. A (d) e a (e) também são contrárias ao que foi exposto, pois defendem a razão pura e a falta de relação do tecnológico com o capitalismo, respectivamente, o que a teoria crítica rejeita.
A alternativa (b) sintetiza corretamente o que o texto expõe: que as tecnologias educativas devem considerar a historicidade e as relações entre a racionalidade instrumental e o capitalismo, além de inspirar práticas que superem a dicotomia entre teoria e prática. Portanto, a alternativa correta é a letra b.
No texto apresentado, Thomas McCarthy é citado para mostrar que a teoria crítica rejeita a ideia de uma razão pura, imune à influência de contextos sociais e históricos. Também recusa o sujeito cartesiano, aquele indivíduo racional e autônomo, que domina o mundo sem restrições. Ainda, a teoria crítica busca evitar a separação entre prática e teoria, afirmando que o conhecimento deve estar sempre conectado à realidade, às condições concretas, especialmente diante das desigualdades e dinâmicas de poder da sociedade capitalista.
Diante disso, podemos analisar as alternativas e perceber qual delas está alinhada a esses pressupostos. A alternativa (a) está incorreta porque contradiz o texto: a teoria crítica justamente pensa a relação entre tecnologia educativa e capitalismo, não adotando um olhar romântico ou acrítico. A (c) exagera ao afirmar que as tecnologias educativas, de qualquer maneira, revolucionam o ensino, uma posição que a teoria crítica contestaria pelo olhar crítico às relações de poder envolvidas. A (d) e a (e) também são contrárias ao que foi exposto, pois defendem a razão pura e a falta de relação do tecnológico com o capitalismo, respectivamente, o que a teoria crítica rejeita.
A alternativa (b) sintetiza corretamente o que o texto expõe: que as tecnologias educativas devem considerar a historicidade e as relações entre a racionalidade instrumental e o capitalismo, além de inspirar práticas que superem a dicotomia entre teoria e prática. Portanto, a alternativa correta é a letra b.