Matheus Fernandes
EQUIPE
03/09/2026 • 16:47
Essa questão aborda a educação musical afrodiaspórica, que se refere a práticas educativas que valorizam e reconhecem as diversas manifestações musicais das culturas originárias da diáspora africana. A ideia aqui é integrar elementos culturais, artísticos e musicais que refletem as heranças e influências africanas e afro-brasileiras, promovendo uma educação plural e representativa.
Analisando as alternativas, a letra A menciona a criação de um grupo de percussão focado em tambores de mão, o que está ligado a uma tradição africana, mas o objetivo é preparar os alunos para formar futuros grupos musicais, sem necessariamente explorar a dimensão cultural ou educativa da diáspora negra.
A letra B fala de uma banda de blues, que embora tenha raízes africanas importantes, é uma manifestação musical específica e mais ligada à cultura afro-americana, e o foco é apenas repertorial, sem integrar práticas culturais amplas.
A letra C propõe a construção de máscaras Ashanti, o que é uma atividade artística que se relaciona com a cultura africana, mas não especificamente com a música ou práticas musicais.
A letra D propõe um projeto que integre a construção de instrumentos, dança, práticas instrumentais e vocais, representando a cultura afro-brasileira, o que envolve diretamente vivências musicais plurais e práticas da cultura afrodiaspórica e sua inserção comunitária.
Portanto, a ação que melhor atende a uma educação musical afrodiaspórica, que valorize e ressignifique a educação musical nesse contexto, é a proposta da alternativa D.
Analisando as alternativas, a letra A menciona a criação de um grupo de percussão focado em tambores de mão, o que está ligado a uma tradição africana, mas o objetivo é preparar os alunos para formar futuros grupos musicais, sem necessariamente explorar a dimensão cultural ou educativa da diáspora negra.
A letra B fala de uma banda de blues, que embora tenha raízes africanas importantes, é uma manifestação musical específica e mais ligada à cultura afro-americana, e o foco é apenas repertorial, sem integrar práticas culturais amplas.
A letra C propõe a construção de máscaras Ashanti, o que é uma atividade artística que se relaciona com a cultura africana, mas não especificamente com a música ou práticas musicais.
A letra D propõe um projeto que integre a construção de instrumentos, dança, práticas instrumentais e vocais, representando a cultura afro-brasileira, o que envolve diretamente vivências musicais plurais e práticas da cultura afrodiaspórica e sua inserção comunitária.
Portanto, a ação que melhor atende a uma educação musical afrodiaspórica, que valorize e ressignifique a educação musical nesse contexto, é a proposta da alternativa D.