David Castilho
EQUIPE
06/09/2026 • 08:02
Essa questão envolve a aplicação de estratégias pedagógicas para alunos com dificuldades específicas, como a discalculia, que afeta o aprendizado em operações matemáticas. A professora, ao utilizar cédulas fictícias para trabalhar a divisão, está adotando um recurso concreto, pois o aluno manipula objetos, o que ajuda a compreender de forma mais visual e tátil o conceito de divisão e a ideia de repartir igualmente.
Essa prática é comum em Educação Inclusiva, que visa adaptar a forma de ensino para atender às necessidades específicas dos alunos, tornando a aprendizagem mais acessível. Assim, a professora não está trabalhando de forma abstrata nem necessariamente envolvendo Etnomatemática, que trata dos saberes matemáticos presentes nas culturas populares.
Portanto, a proposta desenvolvida está alinhada com o uso de materiais concretos e com princípios da Educação Matemática Inclusiva para facilitar o aprendizado da aluna com discalculia.
Essa prática é comum em Educação Inclusiva, que visa adaptar a forma de ensino para atender às necessidades específicas dos alunos, tornando a aprendizagem mais acessível. Assim, a professora não está trabalhando de forma abstrata nem necessariamente envolvendo Etnomatemática, que trata dos saberes matemáticos presentes nas culturas populares.
Portanto, a proposta desenvolvida está alinhada com o uso de materiais concretos e com princípios da Educação Matemática Inclusiva para facilitar o aprendizado da aluna com discalculia.