Matheus Fernandes
EQUIPE
05/09/2026 • 20:01
Vamos falar sobre alfabetização e o que a Política Nacional de Alfabetização (PNA) de 2019 entende sobre o ensino da leitura e escrita. A PNA é bem clara ao fundamentar que a alfabetização envolve o aprendizado do sistema alfabético, ou seja, o entendimento de que letras representam sons e que a leitura e escrita exigem habilidades específicas.
Agora, analisando as alternativas, a letra A diz que o que se aprende é um modo de representação gráfica dos sons, e isso está correto, pois o sistema alfabético baseia-se nessa correspondência entre grafemas e fonemas. A letra C afirma que a pessoa alfabetizada sabe decodificar e codificar palavras, que é essencial na alfabetização. A letra D fala que a leitura e escrita fluente e precisa são o início de uma trajetória que deve ser ampliada para textos mais complexos, um processo esperado e desejado na alfabetização. A letra E aponta que a aprendizagem da leitura e escrita não é natural, precisa ser ensinada de maneira explícita e sistemática, que condiz com estudos em ciência cognitiva e com a PNA.
Porém, a letra B diz que crianças não devem ter acesso a livros até aprenderem a ler, pois seu conhecimento de mundo seria insuficiente. Isso não está alinhado com a PNA, pois o contato com livros e textos contribui para a construção do conhecimento e para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, mesmo antes da alfabetização formal. Bloquear o acesso ao texto escrito é um equívoco, pois estimula pouco o interesse e prejudica o aprendizado.
Portanto, a exceção, ou seja, a afirmativa que não condiz com os pressupostos da PNA sobre alfabetização, é a alternativa B.
Agora, analisando as alternativas, a letra A diz que o que se aprende é um modo de representação gráfica dos sons, e isso está correto, pois o sistema alfabético baseia-se nessa correspondência entre grafemas e fonemas. A letra C afirma que a pessoa alfabetizada sabe decodificar e codificar palavras, que é essencial na alfabetização. A letra D fala que a leitura e escrita fluente e precisa são o início de uma trajetória que deve ser ampliada para textos mais complexos, um processo esperado e desejado na alfabetização. A letra E aponta que a aprendizagem da leitura e escrita não é natural, precisa ser ensinada de maneira explícita e sistemática, que condiz com estudos em ciência cognitiva e com a PNA.
Porém, a letra B diz que crianças não devem ter acesso a livros até aprenderem a ler, pois seu conhecimento de mundo seria insuficiente. Isso não está alinhado com a PNA, pois o contato com livros e textos contribui para a construção do conhecimento e para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita, mesmo antes da alfabetização formal. Bloquear o acesso ao texto escrito é um equívoco, pois estimula pouco o interesse e prejudica o aprendizado.
Portanto, a exceção, ou seja, a afirmativa que não condiz com os pressupostos da PNA sobre alfabetização, é a alternativa B.