Marcos de Castro
EQUIPE
05/09/2026 • 12:02
Vamos falar um pouco sobre avaliação escolar, um tema super importante que José Carlos Libâneo discute com muita propriedade em sua Didática. Para ele, a avaliação não deve ser apenas um mecanismo de controle, onde os alunos são classificados unicamente por notas. Ao contrário, a avaliação precisa ser pensada de forma ampla e integrada ao processo de ensino.
Libâneo aponta que a avaliação escolar tem pelo menos três funções essenciais: a pedagógico-didática, que garante que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados; a função diagnóstica, que ajuda a identificar as dificuldades dos alunos e também reflexões sobre a própria prática do professor para melhorias; e a função de controle, que organiza quando e como essas avaliações ocorrem, garantindo uma quantificação que deve ser transformada em qualificação, ou seja, em uma compreensão qualitativa dos resultados.
Rejeita-se, portanto, a ideia de avaliar apenas por meio de provas finais e controladoras, sem considerar a dimensão qualitativa e diagnóstica do processo. Ele também critica o pensamento que coloca o fracasso escolar exclusivamente sobre o aluno e seu contexto familiar, sem refletir sobre o próprio ensino. Importante lembrar que o controle não deve ser abolido, mas integrado e balanceado com avaliação diagnóstica e pedagógica.
Analisando as alternativas, a única que reflete corretamente essa concepção integrada e crítica de Libâneo é a letra C, que contempla as três funções da avaliação e a necessidade de articular aspectos quantitativos e qualitativos. As demais apresentam posições incorretas e/ou distorcidas do pensamento do autor.
Portanto, o gabarito é a letra C.
Libâneo aponta que a avaliação escolar tem pelo menos três funções essenciais: a pedagógico-didática, que garante que os objetivos de aprendizagem sejam alcançados; a função diagnóstica, que ajuda a identificar as dificuldades dos alunos e também reflexões sobre a própria prática do professor para melhorias; e a função de controle, que organiza quando e como essas avaliações ocorrem, garantindo uma quantificação que deve ser transformada em qualificação, ou seja, em uma compreensão qualitativa dos resultados.
Rejeita-se, portanto, a ideia de avaliar apenas por meio de provas finais e controladoras, sem considerar a dimensão qualitativa e diagnóstica do processo. Ele também critica o pensamento que coloca o fracasso escolar exclusivamente sobre o aluno e seu contexto familiar, sem refletir sobre o próprio ensino. Importante lembrar que o controle não deve ser abolido, mas integrado e balanceado com avaliação diagnóstica e pedagógica.
Analisando as alternativas, a única que reflete corretamente essa concepção integrada e crítica de Libâneo é a letra C, que contempla as três funções da avaliação e a necessidade de articular aspectos quantitativos e qualitativos. As demais apresentam posições incorretas e/ou distorcidas do pensamento do autor.
Portanto, o gabarito é a letra C.