Ingrid Nunes
EQUIPE
05/09/2026 • 10:02
Esta questão aborda a transição histórica da Idade Média para a Idade Moderna, enfocando mudanças filosóficas e educacionais que impactaram nosso modelo contemporâneo.
Primeiro, sobre a opção a): está correta porque Santo Agostinho, na Idade Média, valorizava uma educação orientada por princípios morais e disciplinares, refletindo a influência da Igreja. Na modernidade, houve uma mudança para valorização da utilidade prática do saber e a organização dos sistemas educacionais pelo Estado, conforme defendido por pensadores como Kant e Rousseau, que são marcos do Iluminismo.
Quanto à opção b): Locke é realmente um expoente do empirismo e defende a ideia da mente como uma 'tábula rasa' (uma folha em branco), mas ele rejeitava ideias inatas, ou seja, não associava o conhecimento às ideias anteriores à experiência empírica. Portanto, a afirmação de que relaciona o conhecimento a ideias anteriores à experiência está incorreta.
Na opção c): Descartes é conhecido pelo racionalismo e pela dúvida metódica, e ele defendia a existência de ideias inatas. Contudo, diferentemente do que a alternativa afirma, Descartes não atribuía importância aos sentidos ou experiências práticas para validar o conhecimento científico, pois os sentidos são enganosos para ele.
Na opção d): o empirismo britânico, diferentemente do racionalismo, parte da experiência sensorial para construir conhecimento e não o contrário. Logo, dizer que o empirismo relaciona o conhecimento a princípios racionais anteriores à experiência está errado.
Por fim, na opção e): a institucionalização da escola na França nesse período foi fortemente vinculada a propósitos religiosos, principalmente pela influência da Igreja Católica, e a relação com demandas econômicas e administrativas da modernidade era bastante limitada. Portanto, esta alternativa está correta em seu conteúdo.
Dado que a questão pede a melhor alternativa que relaciona períodos e pensadores considerando racionalismo, empirismo, saber para fazer e institucionalização escolar, a alternativa a) é a resposta mais abrangente e correta.
Primeiro, sobre a opção a): está correta porque Santo Agostinho, na Idade Média, valorizava uma educação orientada por princípios morais e disciplinares, refletindo a influência da Igreja. Na modernidade, houve uma mudança para valorização da utilidade prática do saber e a organização dos sistemas educacionais pelo Estado, conforme defendido por pensadores como Kant e Rousseau, que são marcos do Iluminismo.
Quanto à opção b): Locke é realmente um expoente do empirismo e defende a ideia da mente como uma 'tábula rasa' (uma folha em branco), mas ele rejeitava ideias inatas, ou seja, não associava o conhecimento às ideias anteriores à experiência empírica. Portanto, a afirmação de que relaciona o conhecimento a ideias anteriores à experiência está incorreta.
Na opção c): Descartes é conhecido pelo racionalismo e pela dúvida metódica, e ele defendia a existência de ideias inatas. Contudo, diferentemente do que a alternativa afirma, Descartes não atribuía importância aos sentidos ou experiências práticas para validar o conhecimento científico, pois os sentidos são enganosos para ele.
Na opção d): o empirismo britânico, diferentemente do racionalismo, parte da experiência sensorial para construir conhecimento e não o contrário. Logo, dizer que o empirismo relaciona o conhecimento a princípios racionais anteriores à experiência está errado.
Por fim, na opção e): a institucionalização da escola na França nesse período foi fortemente vinculada a propósitos religiosos, principalmente pela influência da Igreja Católica, e a relação com demandas econômicas e administrativas da modernidade era bastante limitada. Portanto, esta alternativa está correta em seu conteúdo.
Dado que a questão pede a melhor alternativa que relaciona períodos e pensadores considerando racionalismo, empirismo, saber para fazer e institucionalização escolar, a alternativa a) é a resposta mais abrangente e correta.