Camila Duarte
EQUIPE
05/09/2026 • 09:02
Vamos entender um pouco do contexto histórico da educação especial para responder essa questão. Ao longo do tempo, o conceito de deficiência e as formas de escolarizar pessoas com deficiência mudaram muito, acompanhando avanços científicos, sociais e jurídicos.
A alternativa a) está incorreta porque no período imperial brasileiro não havia uma concepção de educação como direito universal acessível para todos. A escolarização de pessoas com deficiência era mínima e muito limitada, sem políticas claras para participação nas classes comuns.
A alternativa b) está correta. Durante o século XIX e grande parte do século XX, as concepções dominantes eram influenciadas pelo higienismo e pela medicalização, que tinham como foco classificar e normalizar os indivíduos. Isso levou a práticas separadoras, com atendimentos diferenciados e exclusão dos ambientes comuns da escola.
Já a alternativa c) mistura conceitos importantes, mas descreve mais o modelo inclusivo do que o integracionista. O integracionismo ainda mantinha muitos critérios de adaptação dos estudantes às estruturas existentes, não promovendo a reorganização completa dos ambientes escolares para eliminar barreiras.
Por último, a alternativa d) está também alinhada com a realidade das últimas décadas, onde houve, sim, ampliação do acesso às escolas comuns, porém ainda com foco na adaptação do estudante ao ambiente escolar pré-estabelecido, e não na mudança da escola para receber o estudante, mostrando que o paradigma inclusivo ainda não se consolidou completamente.
Portanto, a alternativa que melhor descreve o processo histórico com precisão é a letra b).
A alternativa a) está incorreta porque no período imperial brasileiro não havia uma concepção de educação como direito universal acessível para todos. A escolarização de pessoas com deficiência era mínima e muito limitada, sem políticas claras para participação nas classes comuns.
A alternativa b) está correta. Durante o século XIX e grande parte do século XX, as concepções dominantes eram influenciadas pelo higienismo e pela medicalização, que tinham como foco classificar e normalizar os indivíduos. Isso levou a práticas separadoras, com atendimentos diferenciados e exclusão dos ambientes comuns da escola.
Já a alternativa c) mistura conceitos importantes, mas descreve mais o modelo inclusivo do que o integracionista. O integracionismo ainda mantinha muitos critérios de adaptação dos estudantes às estruturas existentes, não promovendo a reorganização completa dos ambientes escolares para eliminar barreiras.
Por último, a alternativa d) está também alinhada com a realidade das últimas décadas, onde houve, sim, ampliação do acesso às escolas comuns, porém ainda com foco na adaptação do estudante ao ambiente escolar pré-estabelecido, e não na mudança da escola para receber o estudante, mostrando que o paradigma inclusivo ainda não se consolidou completamente.
Portanto, a alternativa que melhor descreve o processo histórico com precisão é a letra b).