Marcos de Castro
EQUIPE
04/09/2026 • 17:02
Vamos conversar um pouco sobre a história da Educação Infantil no Brasil, que é um tema super importante para entender como chegamos ao modelo que temos hoje.
A primeira afirmativa está correta. No início, as instituições voltadas à criança pequena tinham um caráter muito mais assistencialista, ligadas a caridade, e funcionavam quase como depósitos para crianças de famílias pobres enquanto seus pais trabalhavam. Isso mostra que, inicialmente, não se pensava na criança como sujeito de direitos educativos, mas sim como objeto de proteção social.
A segunda afirmativa também está correta. A Constituição Federal de 1988 foi um marco porque passou a reconhecer a Educação Infantil como um direito da criança, inserindo-a como a primeira etapa da Educação Básica. Da mesma forma, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) complementou esses avanços, oficializando o conceito e a importância dessa etapa na formação infantil.
Já a terceira afirmativa está incorreta, pois a superação do modelo assistencialista não foi linear e tranquila. Pelo contrário, houve e ainda há tensões entre o cuidar e o educar, entre a visão da criança necessitada de cuidados e a da criança como sujeito ativo e aprendente. Ou seja, o processo histórico é marcado por disputas e transformações, e não por uma transição simples e contínua.
A quarta também é falsa, porque a Educação Infantil no Brasil passou por muitas mudanças profundas, influenciada por movimentos sociais, avanços legais e pedagógicos. Ela precisou se reinventar várias vezes para superar o caráter assistencialista inicial e se consolidar como uma etapa essencial da educação, garantindo direitos e qualidade.
Portanto, apenas as assertivas I e II estão corretas. Essa é a alternativa (c).
A primeira afirmativa está correta. No início, as instituições voltadas à criança pequena tinham um caráter muito mais assistencialista, ligadas a caridade, e funcionavam quase como depósitos para crianças de famílias pobres enquanto seus pais trabalhavam. Isso mostra que, inicialmente, não se pensava na criança como sujeito de direitos educativos, mas sim como objeto de proteção social.
A segunda afirmativa também está correta. A Constituição Federal de 1988 foi um marco porque passou a reconhecer a Educação Infantil como um direito da criança, inserindo-a como a primeira etapa da Educação Básica. Da mesma forma, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) complementou esses avanços, oficializando o conceito e a importância dessa etapa na formação infantil.
Já a terceira afirmativa está incorreta, pois a superação do modelo assistencialista não foi linear e tranquila. Pelo contrário, houve e ainda há tensões entre o cuidar e o educar, entre a visão da criança necessitada de cuidados e a da criança como sujeito ativo e aprendente. Ou seja, o processo histórico é marcado por disputas e transformações, e não por uma transição simples e contínua.
A quarta também é falsa, porque a Educação Infantil no Brasil passou por muitas mudanças profundas, influenciada por movimentos sociais, avanços legais e pedagógicos. Ela precisou se reinventar várias vezes para superar o caráter assistencialista inicial e se consolidar como uma etapa essencial da educação, garantindo direitos e qualidade.
Portanto, apenas as assertivas I e II estão corretas. Essa é a alternativa (c).