David Castilho
EQUIPE
04/09/2026 • 11:02
Essa questão aborda um tema fundamental na alfabetização e letramento: a distinção entre decodificação e compreensão de texto. A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) preconiza que a alfabetização não é apenas a capacidade de decodificar palavras, ou seja, reconhecer as letras e formar palavras, mas também envolve a compreensão daquilo que se lê e o uso da leitura e escrita em contextos sociais reais.
No enunciado, a professora percebe que os alunos conseguem decodificar, mas têm dificuldades para compreender textos e usar a leitura e a escrita em situações sociais, o que indica que a decodificação sozinha não é suficiente para garantir o letramento. Nesse sentido, a prática pedagógica deve ir além do ensino sistemático do código escrito e criar oportunidades de leitura e produção textual em contextos significativos, articulando diferentes estratégias para desenvolver também a compreensão e o uso social da linguagem escrita. Além disso, as intervenções pedagógicas devem ser ajustadas com base nos resultados das avaliações, ou seja, o processo é dinâmico e adaptativo.
Analisando as alternativas: (a) suspender a leitura de textos até que a decodificação esteja dominada completamente é um erro, pois a compreensão e o uso social da leitura devem ser estimulados desde o início. (b) focar apenas em exercícios mecânicos como cópia e repetição não desenvolve a compreensão e o sentido da leitura e escrita. (c) ampliar situações significativas de leitura e produção textual, articulando com o ensino do sistema de escrita e usando avaliações para ajustar a prática pedagógica está alinhado com a BNCC e a concepção integrada de alfabetização e letramento. (d) substituir avaliação diagnóstica por prova final classificatória elimina o diagnóstico importante para orientar o ensino e (e) atribuir a dificuldade exclusivamente à falta de maturidade dos alunos despreza elementos pedagógicos e didáticos do processo.
Portanto, a decisão mais adequada é a alternativa c.
No enunciado, a professora percebe que os alunos conseguem decodificar, mas têm dificuldades para compreender textos e usar a leitura e a escrita em situações sociais, o que indica que a decodificação sozinha não é suficiente para garantir o letramento. Nesse sentido, a prática pedagógica deve ir além do ensino sistemático do código escrito e criar oportunidades de leitura e produção textual em contextos significativos, articulando diferentes estratégias para desenvolver também a compreensão e o uso social da linguagem escrita. Além disso, as intervenções pedagógicas devem ser ajustadas com base nos resultados das avaliações, ou seja, o processo é dinâmico e adaptativo.
Analisando as alternativas: (a) suspender a leitura de textos até que a decodificação esteja dominada completamente é um erro, pois a compreensão e o uso social da leitura devem ser estimulados desde o início. (b) focar apenas em exercícios mecânicos como cópia e repetição não desenvolve a compreensão e o sentido da leitura e escrita. (c) ampliar situações significativas de leitura e produção textual, articulando com o ensino do sistema de escrita e usando avaliações para ajustar a prática pedagógica está alinhado com a BNCC e a concepção integrada de alfabetização e letramento. (d) substituir avaliação diagnóstica por prova final classificatória elimina o diagnóstico importante para orientar o ensino e (e) atribuir a dificuldade exclusivamente à falta de maturidade dos alunos despreza elementos pedagógicos e didáticos do processo.
Portanto, a decisão mais adequada é a alternativa c.