David Castilho
EQUIPE
11/09/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre a avaliação da emissão sustentada dos sons da fala, que é fundamental para entender como as cordas vocais funcionam durante a fonação. Os tempos máximos de fonação representam o período que uma pessoa consegue sustentar um som com uma única expiração, sendo muito usados para avaliar a função vocal. Isso envolve analisar as características da emissão como o ataque vocal, que é o início da produção sonora, e a estabilidade da emissão que diz respeito à constância do som produzido.
Na questão, vemos que o foco está nos tempos máximos de fonação e suas características. Vamos analisar cada alternativa:
a) Falar sobre o tempo máximo de fonação indica que o indivíduo deve conseguir usar o seu ar disponivel eficientemente, porém, entrar no ar de reserva expiratória (ar não utilizado normalmente) não é comum ou correto tecnicamente, pois pode comprometer a qualidade da voz.
b) Disfonia relacionada a problemas nas pregas vocais modifica sim o tempo de sons como o “S” e o “Z”, já que esses envolvem vibração das cordas vocais e são eficientes para avaliação vocal.
c) Se o tempo de “S” for maior que o de “Z”, não costuma indicar hipercontração, pelo contrário, o contrário é mais esperado, porque o “Z” envolve vibração das pregas e deve ser maior para indicar bom controle muscular.
d) Ao contrário, o teste de vogais sustentadas em frequência e intensidade habituais é sim um teste de eficiência glótica, avaliando a função das pregas vocais.
e) É correto afirmar que podemos realizar medidas dos tempos máximos de fonação utilizando vogais (como o “a”), fricativas sustentadas (como o “s”) e também fala encadeada, como a contagem de números para verificar a eficiência da produção vocal.
Portanto, a alternativa correta é a letra e, pois abrange a forma correta e prática de se medir tempos máximos de fonação utilizando diferentes sons e fala contínua.
Na questão, vemos que o foco está nos tempos máximos de fonação e suas características. Vamos analisar cada alternativa:
a) Falar sobre o tempo máximo de fonação indica que o indivíduo deve conseguir usar o seu ar disponivel eficientemente, porém, entrar no ar de reserva expiratória (ar não utilizado normalmente) não é comum ou correto tecnicamente, pois pode comprometer a qualidade da voz.
b) Disfonia relacionada a problemas nas pregas vocais modifica sim o tempo de sons como o “S” e o “Z”, já que esses envolvem vibração das cordas vocais e são eficientes para avaliação vocal.
c) Se o tempo de “S” for maior que o de “Z”, não costuma indicar hipercontração, pelo contrário, o contrário é mais esperado, porque o “Z” envolve vibração das pregas e deve ser maior para indicar bom controle muscular.
d) Ao contrário, o teste de vogais sustentadas em frequência e intensidade habituais é sim um teste de eficiência glótica, avaliando a função das pregas vocais.
e) É correto afirmar que podemos realizar medidas dos tempos máximos de fonação utilizando vogais (como o “a”), fricativas sustentadas (como o “s”) e também fala encadeada, como a contagem de números para verificar a eficiência da produção vocal.
Portanto, a alternativa correta é a letra e, pois abrange a forma correta e prática de se medir tempos máximos de fonação utilizando diferentes sons e fala contínua.