Marcos de Castro
EQUIPE
11/09/2026 • 22:01
Vamos conversar sobre desordens fonológicas e a intervenção fonoaudiológica que é essencial para ajudar crianças que apresentam dificuldades na organização dos sons na fala. Essas dificuldades não são apenas na produção do som (que é a parte fonética), mas na forma como esses sons são usados para diferenciar palavras (que é a parte fonológica).
Na terapia, a avaliação inicial sempre foca tanto na capacidade fonética como na fonológica, pois entender como a criança produz e usa os sons é crucial para direcionar o tratamento. Assim, o primeiro passo normalmente é a avaliação do sistema de sons da criança, exatamente como descrito na alternativa (a).
Em seguida, um dos primeiros critérios para o planejamento do tratamento é escolher quais sons focar, ou seja, os sons-alvo, porque trabalhar com sons que geram maior impacto no sistema da criança facilita a reorganização fonológica, o que reforça o que a alternativa (b) mencionou.
Também é importante saber que a intervenção fonológica busca reorganizar o sistema de sons e não apenas corrigir isoladamente os sons, conforme afirma a alternativa (c). Esse é o objetivo principal para promover a evolução.
Agora, sobre consciência fonológica, que é a habilidade de perceber e manipular os sons na linguagem falada, esse treino é fundamental e tem efeito positivo na aquisição dos sons e na melhora da fala. Logo, a alternativa (d), que nega esse benefício, está incorreta, pois contradiz o que a ciência da linguagem e fonoaudiologia indicam.
Por fim, a terapia deve ser agradável e lúdica para manter a motivação da criança, além de trabalhar nos contrastes fonológicos importantes, o que corrobora a alternativa (e).
Portanto, a alternativa que está INCORRETA é a (d).
Na terapia, a avaliação inicial sempre foca tanto na capacidade fonética como na fonológica, pois entender como a criança produz e usa os sons é crucial para direcionar o tratamento. Assim, o primeiro passo normalmente é a avaliação do sistema de sons da criança, exatamente como descrito na alternativa (a).
Em seguida, um dos primeiros critérios para o planejamento do tratamento é escolher quais sons focar, ou seja, os sons-alvo, porque trabalhar com sons que geram maior impacto no sistema da criança facilita a reorganização fonológica, o que reforça o que a alternativa (b) mencionou.
Também é importante saber que a intervenção fonológica busca reorganizar o sistema de sons e não apenas corrigir isoladamente os sons, conforme afirma a alternativa (c). Esse é o objetivo principal para promover a evolução.
Agora, sobre consciência fonológica, que é a habilidade de perceber e manipular os sons na linguagem falada, esse treino é fundamental e tem efeito positivo na aquisição dos sons e na melhora da fala. Logo, a alternativa (d), que nega esse benefício, está incorreta, pois contradiz o que a ciência da linguagem e fonoaudiologia indicam.
Por fim, a terapia deve ser agradável e lúdica para manter a motivação da criança, além de trabalhar nos contrastes fonológicos importantes, o que corrobora a alternativa (e).
Portanto, a alternativa que está INCORRETA é a (d).