Ingrid Nunes
EQUIPE
09/09/2026 • 19:02
Vamos falar sobre saúde auditiva no ambiente de trabalho, que é um tema super importante na prevenção de perdas auditivas em trabalhadores expostos a ruídos ou outras situações de risco. O Programa de Prevenção de Perdas Auditivas (PPPA) tem várias etapas, e uma delas é o gerenciamento audiométrico, que envolve padronizar como os exames audiométricos são feitos e analisados.
Esse gerenciamento é fundamental para detectar alterações auditivas, ou seja, mudanças na audição, que podem ser causadas pelo trabalho ou por outras razões. O objetivo principal aqui é identificar se a perda auditiva é relacionada à exposição ocupacional – isto é, se o problema veio por causa do ambiente laboral – ou se é por causas que não têm relação com o trabalho. Isso ajuda a orientar a prevenção, o tratamento e até questões legais e trabalhistas.
Agora, olhando as alternativas, temos:
a) congênita ou hereditária sensorial – isso é sobre audição que já nasce ou é passada geneticamente, não é o foco do PPPA.
b) ocupacional ou não ocupacional – esse sim é o enfoque do gerenciamento audiométrico, para diferenciar perdas causadas pelo trabalho ou não.
c) sensorioneural ou condutiva – são tipos de perda auditiva, mas o programa não tem o foco de classificar assim especificamente na padronização.
d) periférica ou central – também tipos de perda auditiva, mas não é a principal distinção feita nessa etapa.
e) súbita ou progressiva – indica a forma de evolução da perda, também não o principal foco da padronização do exame.
Portanto, a alternativa correta é a letra b, pois o gerenciamento audiométrico tem como finalidade identificar alterações auditivas de origem ocupacional ou não ocupacional.
Esse gerenciamento é fundamental para detectar alterações auditivas, ou seja, mudanças na audição, que podem ser causadas pelo trabalho ou por outras razões. O objetivo principal aqui é identificar se a perda auditiva é relacionada à exposição ocupacional – isto é, se o problema veio por causa do ambiente laboral – ou se é por causas que não têm relação com o trabalho. Isso ajuda a orientar a prevenção, o tratamento e até questões legais e trabalhistas.
Agora, olhando as alternativas, temos:
a) congênita ou hereditária sensorial – isso é sobre audição que já nasce ou é passada geneticamente, não é o foco do PPPA.
b) ocupacional ou não ocupacional – esse sim é o enfoque do gerenciamento audiométrico, para diferenciar perdas causadas pelo trabalho ou não.
c) sensorioneural ou condutiva – são tipos de perda auditiva, mas o programa não tem o foco de classificar assim especificamente na padronização.
d) periférica ou central – também tipos de perda auditiva, mas não é a principal distinção feita nessa etapa.
e) súbita ou progressiva – indica a forma de evolução da perda, também não o principal foco da padronização do exame.
Portanto, a alternativa correta é a letra b, pois o gerenciamento audiométrico tem como finalidade identificar alterações auditivas de origem ocupacional ou não ocupacional.