Camila Duarte
EQUIPE
09/09/2026 • 19:02
Vamos falar sobre a avaliação da disfagia, que é basicamente o processo para entender os problemas de engolir. Primeiro, essa avaliação começa com uma anamnese minuciosa, onde o profissional coleta informações importantes sobre o histórico do paciente, como a doença de base, medicações e a evolução do quadro.
A avaliação pode ser indireta, que é quando se examinam as estruturas e funções da boca e garganta sem o paciente realmente engolir o alimento. Isso inclui observar sensibilidade, força, tônus e mobilidade das estruturas, além da avaliação da voz e articulação, pois elas têm relação com a deglutição.
A avaliação direta é quando o paciente realmente engole alimentos em diferentes volumes e consistências, para observar como ocorre a deglutição na prática.
Sobre a linguagem, embora ela possa estar relacionada ao prognóstico da reabilitação, seu papel não é apenas indireto e secundário. A avaliação da linguagem, especialmente da compreensão e expressão, tem um papel importante na reabilitação e pode impactar diretamente o tratamento, portanto não é correto dizer que exerce influência apenas indireta e secundária.
Assim, a alternativa incorreta é a letra d, pois subestima o papel da avaliação da linguagem no prognóstico.
A avaliação pode ser indireta, que é quando se examinam as estruturas e funções da boca e garganta sem o paciente realmente engolir o alimento. Isso inclui observar sensibilidade, força, tônus e mobilidade das estruturas, além da avaliação da voz e articulação, pois elas têm relação com a deglutição.
A avaliação direta é quando o paciente realmente engole alimentos em diferentes volumes e consistências, para observar como ocorre a deglutição na prática.
Sobre a linguagem, embora ela possa estar relacionada ao prognóstico da reabilitação, seu papel não é apenas indireto e secundário. A avaliação da linguagem, especialmente da compreensão e expressão, tem um papel importante na reabilitação e pode impactar diretamente o tratamento, portanto não é correto dizer que exerce influência apenas indireta e secundária.
Assim, a alternativa incorreta é a letra d, pois subestima o papel da avaliação da linguagem no prognóstico.