Matheus Fernandes
EQUIPE
09/09/2026 • 08:02
Vamos falar sobre avaliação dos distúrbios da linguagem, um tema super importante para profissionais de fonoaudiologia e áreas afins. Avaliar a linguagem envolve analisar diferentes aspectos, como a habilidade de entender (receptiva) e usar (expressiva) a linguagem, além de observar como a pessoa se comunica no dia a dia, ou seja, o desempenho comunicativo. Isso é essencial para entender o quadro completo do indivíduo.
Na alternativa A, ela aborda justamente isso: considerar habilidades linguísticas expressivas, receptivas e o desempenho comunicativo, o que está correto. Já a B está errada porque o planejamento terapêutico deve sim ser baseado nos resultados da avaliação; não faz sentido planejar sem analisar o que foi avaliado.
A alternativa C sugere que a análise da linguagem escrita só é útil se a linguagem oral estiver comprometida, o que não é verdade. Mesmo com a linguagem oral preservada, problemas na linguagem escrita podem existir e precisam ser investigados.
A alternativa D afirma que as alterações da linguagem oral e escrita são semelhantes em todas as faixas etárias, mas a linguagem evolui com a idade e as características dos distúrbios variam conforme o desenvolvimento.
Por fim, a E fala que a investigação depende exclusivamente de testes padronizados, o que é errado, pois além dos testes, a avaliação deve incluir observações clínicas, entrevistas, análise funcional e contexto comunicativo.
Portanto, a única alternativa que está correta é a letra A.
Na alternativa A, ela aborda justamente isso: considerar habilidades linguísticas expressivas, receptivas e o desempenho comunicativo, o que está correto. Já a B está errada porque o planejamento terapêutico deve sim ser baseado nos resultados da avaliação; não faz sentido planejar sem analisar o que foi avaliado.
A alternativa C sugere que a análise da linguagem escrita só é útil se a linguagem oral estiver comprometida, o que não é verdade. Mesmo com a linguagem oral preservada, problemas na linguagem escrita podem existir e precisam ser investigados.
A alternativa D afirma que as alterações da linguagem oral e escrita são semelhantes em todas as faixas etárias, mas a linguagem evolui com a idade e as características dos distúrbios variam conforme o desenvolvimento.
Por fim, a E fala que a investigação depende exclusivamente de testes padronizados, o que é errado, pois além dos testes, a avaliação deve incluir observações clínicas, entrevistas, análise funcional e contexto comunicativo.
Portanto, a única alternativa que está correta é a letra A.