Matheus Fernandes
EQUIPE
09/09/2026 • 06:02
Vamos conversar um pouco sobre avaliação na educação, especialmente na visão de Cipriano Carlos Luckesi, que é um nome super importante quando falamos em avaliação escolar crítica e emancipatória.
Luckesi faz uma distinção clara entre exame e avaliação. O exame é visto por ele como algo muito atrelado a um aspecto classificatório, seletivo, que pune ou rotula o estudante, funcionando como um instrumento de controle, algo que limita e que não ajuda no processo de aprendizagem de fato. Já a avaliação, na sua concepção emancipatória, é um ato que deve servir para o crescimento do aluno. Ela tem um papel diagnóstico, que ajuda a entender onde o aluno está em sua aprendizagem e permite que o professor faça intervenções para que ele avance, apoiando o estudante e colocando a avaliação como um ato de amor, comprometimento e ajuda ao sucesso do educando.
Analisando as alternativas, vemos que a letra (a) expressa exatamente esses pontos, indicados por Luckesi, ao criticar a função punitiva do exame e ao afirmar que a avaliação deve ser um ato diagnóstico e amoroso. As outras alternativas apresentam ideias que contrariam o pensamento do autor: a (b) erra ao dizer que a avaliação deve ocorrer só no final, quando Luckesi defende avaliações formativas durante todo o processo; a (c) é incorreta porque o autor não vê exame e avaliação como equivalentes; e a (d) erra ao afirmar que a função classificatória não é problema para Luckesi, pois para ele, o problema está justamente no caráter punitivo e classificatório que muitas vezes a avaliação assume.
Portanto, a opção correta é a letra (a).
Luckesi faz uma distinção clara entre exame e avaliação. O exame é visto por ele como algo muito atrelado a um aspecto classificatório, seletivo, que pune ou rotula o estudante, funcionando como um instrumento de controle, algo que limita e que não ajuda no processo de aprendizagem de fato. Já a avaliação, na sua concepção emancipatória, é um ato que deve servir para o crescimento do aluno. Ela tem um papel diagnóstico, que ajuda a entender onde o aluno está em sua aprendizagem e permite que o professor faça intervenções para que ele avance, apoiando o estudante e colocando a avaliação como um ato de amor, comprometimento e ajuda ao sucesso do educando.
Analisando as alternativas, vemos que a letra (a) expressa exatamente esses pontos, indicados por Luckesi, ao criticar a função punitiva do exame e ao afirmar que a avaliação deve ser um ato diagnóstico e amoroso. As outras alternativas apresentam ideias que contrariam o pensamento do autor: a (b) erra ao dizer que a avaliação deve ocorrer só no final, quando Luckesi defende avaliações formativas durante todo o processo; a (c) é incorreta porque o autor não vê exame e avaliação como equivalentes; e a (d) erra ao afirmar que a função classificatória não é problema para Luckesi, pois para ele, o problema está justamente no caráter punitivo e classificatório que muitas vezes a avaliação assume.
Portanto, a opção correta é a letra (a).