Matheus Fernandes
EQUIPE
09/09/2026 • 06:02
Vamos falar um pouco sobre o Ensino Superior no Brasil, que passou por várias etapas importantes. No tempo colonial, não havia universidades brasileiras propriamente ditas; a educação superior foi organizada de forma diferente e só depois do Império e, principalmente, na República, que o ensino superior começou a se estruturar melhor.
A alternativa (a) menciona uma Universidade de Coimbra no Rio de Janeiro em 1549 criada pelos jesuítas. Isso não é verdadeiro, porque a Universidade de Coimbra está em Portugal e data de 1290, sendo que, no Brasil, os jesuítas fundaram colégios para o ensino básico, mas não universidades. A primeira instituição de ensino superior formal no Brasil foi a Academia de Direito de Olinda (na verdade transferida para Recife), fundada em 1827, já no período imperial.
A alternativa (b) diz que a USP, criada em 1934, foi a primeira universidade brasileira e única até a criação da Universidade do Brasil em 1937. Na realidade, a primeira universidade do Brasil foi a Universidade do Rio de Janeiro, fundada em 1920, que depois virou Universidade do Brasil em 1937. A USP foi criada em 1934, mas não foi a primeira universidade.
A alternativa (c) fala sobre as Escolas Normais, criadas no Brasil Imperial para formação de professores. Contudo, elas se destinavam ao ensino fundamental e não ao ensino secundário de elite. Além disso, a matrícula feminina não foi proibida até a Proclamação da República; as mulheres já frequentavam escolas normais em alguns lugares e a generalização da coeducação demorou mais para acontecer.
A alternativa (d) menciona a Reforma Francisco Campos, em 1931, como a primeira reforma nacional do Ensino Superior Brasileiro, dizendo que ela estabeleceu o Estatuto das Universidades, organizou o sistema a partir da articulação entre faculdades, instituiu a pesquisa como atividade universitária e criou os Conselhos Universitários, embora as universidades fossem ainda focadas na formação profissional com pouca pesquisa. Essa descrição está correta e condiz com a história do ensino superior brasileiro na época, pois essa reforma realmente foi importante para modernizar as universidades.
Por isso, a alternativa correta é a (d).
A alternativa (a) menciona uma Universidade de Coimbra no Rio de Janeiro em 1549 criada pelos jesuítas. Isso não é verdadeiro, porque a Universidade de Coimbra está em Portugal e data de 1290, sendo que, no Brasil, os jesuítas fundaram colégios para o ensino básico, mas não universidades. A primeira instituição de ensino superior formal no Brasil foi a Academia de Direito de Olinda (na verdade transferida para Recife), fundada em 1827, já no período imperial.
A alternativa (b) diz que a USP, criada em 1934, foi a primeira universidade brasileira e única até a criação da Universidade do Brasil em 1937. Na realidade, a primeira universidade do Brasil foi a Universidade do Rio de Janeiro, fundada em 1920, que depois virou Universidade do Brasil em 1937. A USP foi criada em 1934, mas não foi a primeira universidade.
A alternativa (c) fala sobre as Escolas Normais, criadas no Brasil Imperial para formação de professores. Contudo, elas se destinavam ao ensino fundamental e não ao ensino secundário de elite. Além disso, a matrícula feminina não foi proibida até a Proclamação da República; as mulheres já frequentavam escolas normais em alguns lugares e a generalização da coeducação demorou mais para acontecer.
A alternativa (d) menciona a Reforma Francisco Campos, em 1931, como a primeira reforma nacional do Ensino Superior Brasileiro, dizendo que ela estabeleceu o Estatuto das Universidades, organizou o sistema a partir da articulação entre faculdades, instituiu a pesquisa como atividade universitária e criou os Conselhos Universitários, embora as universidades fossem ainda focadas na formação profissional com pouca pesquisa. Essa descrição está correta e condiz com a história do ensino superior brasileiro na época, pois essa reforma realmente foi importante para modernizar as universidades.
Por isso, a alternativa correta é a (d).