Em 1953, o Senado viveu dias incendiários, em que os senadores estudaram e vo...

Em 1953, o Senado viveu dias incendiários, em que os senadores estudaram e votaram o projeto de lei, redigido em 1951 pelo presidente Getúlio Vargas. O Senado rachou entre dois grupos antagon...


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Em 1953, o Senado viveu dias incendiários, em que os senadores estudaram e votaram o projeto de lei, redigido em 1951 pelo presidente Getúlio Vargas.
O Senado rachou entre dois grupos antagonistas: os “ultranacionalistas” contra os “entreguistas” — alcunhas dadas, naturalmente, pelos adversários. Um lado abrigou os senadores que defendiam a produção e toda a cadeia industrial como monopólio estatal. Do outro lado, ficaram os que advogavam a participação da iniciativa privada, incluindo empresas estrangeiras. O projeto de lei original, porém, não previa o monopólio. Na primeira passagem da proposta pela Câmara, os deputados a modificaram e incluíram nela o monopólio estatal. Foi esse o texto sobre o qual os senadores se debruçaram em 1953.
(Ricardo Westin. Arquivo S. Disponível em: https://tinyurl.com/yua22cur, 06.06.2014. Acesso em: 06.08.2023. Adaptado)
O texto se refere à votação do projeto de lei referente à
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    17/09/2026 • 15:02
    Vamos entender bem o contexto dessa questão. O texto fala de um projeto de lei de 1951, votado em 1953, que causou grande divisão no Senado brasileiro. Notamos que o debate se deu entre dois grupos: ultranacionalistas, que defendiam o monopólio estatal da produção e cadeia industrial, e entreguistas, que defendiam a participação de capital privado, inclusive estrangeiro. Esse tipo de disputa é típica das discussões que ocorreram durante a criação de empresas estatais estratégicas no Brasil, especialmente a Petrobras.

    Outra pista importante é que o projeto original não continha monopólio, mas uma modificação feita pela Câmara incluiu o monopólio estatal. Isso indica que a matéria é estratégica para o Estado e envolve controle sobre uma área de exploração ou produção muito importante.

    Sabemos que a Petrobras foi criada em 1953, por lei, e desde o início definiu o monopólio estatal sobre a exploração e produção de petróleo no Brasil. Esse fato ficou conhecido como a política do monopólio do petróleo, defendida por Getúlio Vargas. O confronto entre econômicos que defendiam monopólio estatal ou abertura para capital estrangeiro é característica desse episódio histórico.

    As demais alternativas não têm relação com os elementos do texto: a tecnologia bélica, urânio, minério na Amazônia e Bolsa de Valores. O foco específico no monopólio estatal da produção e exploração indica petróleo e a criação da Petrobras.

    Portanto, a alternativa correta é a letra d) criação da Petrobras.
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