Equipe Gabarite
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20/09/2026 • 10:01
Vamos falar sobre a Doença Arterial Periférica (DAP), especialmente quando ela se manifesta com claudicação intermitente, que é aquela dor nas pernas ao caminhar devido à falta de fluxo sanguíneo adequado. A DAP é uma condição que indica que as artérias das pernas estão comprometidas por aterosclerose, e conhecê-la bem é crucial para manejá-la corretamente.
Primeiro, é importante saber que, na DAP com claudicação intermitente, o risco maior é o de óbito cardiovascular, já que a doença arterial periférica é um marcador de aterosclerose sistêmica. A perda do membro, embora possível em estágios avançados, é menos frequente que eventos cardiovasculares fatais, o que elimina a alternativa (a).
Quanto à progressão para isquemia avançada (presença de dor em repouso, úlceras ou gangrena), isso é relativamente rara e ocorre em uma parcela menor dos pacientes, então a alternativa (b) também não é correta.
Já sobre os fatores de risco, os principais são o tabagismo, diabetes mellitus e também a doença renal crônica, que agrava o quadro aterosclerótico. Portanto esta alternativa (c) está correta.
Por último, em termos de tratamento, para oclusão da artéria femoral superficial, muitas vezes o tratamento clínico otimizado (controle dos fatores de risco, exercício físico, uso de antiplaquetários) é comparável à revascularização em termos de benefício a longo prazo. A cirurgia ou intervenção costuma estar reservada para sintomas mais graves ou refratários, o que torna a alternativa (d) incorreta.
Por isso, a alternativa correta é a letra c.
Primeiro, é importante saber que, na DAP com claudicação intermitente, o risco maior é o de óbito cardiovascular, já que a doença arterial periférica é um marcador de aterosclerose sistêmica. A perda do membro, embora possível em estágios avançados, é menos frequente que eventos cardiovasculares fatais, o que elimina a alternativa (a).
Quanto à progressão para isquemia avançada (presença de dor em repouso, úlceras ou gangrena), isso é relativamente rara e ocorre em uma parcela menor dos pacientes, então a alternativa (b) também não é correta.
Já sobre os fatores de risco, os principais são o tabagismo, diabetes mellitus e também a doença renal crônica, que agrava o quadro aterosclerótico. Portanto esta alternativa (c) está correta.
Por último, em termos de tratamento, para oclusão da artéria femoral superficial, muitas vezes o tratamento clínico otimizado (controle dos fatores de risco, exercício físico, uso de antiplaquetários) é comparável à revascularização em termos de benefício a longo prazo. A cirurgia ou intervenção costuma estar reservada para sintomas mais graves ou refratários, o que torna a alternativa (d) incorreta.
Por isso, a alternativa correta é a letra c.