Ingrid Nunes
EQUIPE
20/09/2026 • 05:01
Vamos conversar um pouco sobre nefroesclerose vascular benigna, que é uma condição renal relacionada principalmente à hipertensão arterial crônica. Ela provoca alterações histológicas características nos vasos renais, especialmente nas arteríolas e artérias pequenas.
Primeiro, a arteriolosclerose hialina é um achado típico da nefroesclerose benigna. Ela ocorre devido ao depósito de material eosinofílico (hialino) na parede das arteríolas, causando espessamento e obstrução parcial dos vasos.
A hiperplasia do aparelho justaglomerular, que consiste na proliferação das células da mácula densa e células justaglomerulares, normalmente está associada a processos de ativação do sistema renina-angiotensina, muitas vezes em resposta à isquemia renal, o que não é uma característica direta ou típica da nefroesclerose benigna; essa alteração é mais comum na nefroesclerose maligna.
A proliferação fibrointimal ou miointimal das artérias interlobulares com aspecto em "casca de cebola" é um achado clássico da nefroesclerose maligna, e não da benigna. Essa alteração indica um processo mais grave e acelera a evolução da doença.
Finalmente, o interstício apresenta fibrose e um infiltrado inflamatório mononuclear discreto, com áreas preservadas do parênquima, que são descrições compatíveis com a nefroesclerose benigna.
Portanto, a alternativa que está incorreta, ou seja, que não caracteriza a nefroesclerose vascular benigna, é a alternativa c).
Primeiro, a arteriolosclerose hialina é um achado típico da nefroesclerose benigna. Ela ocorre devido ao depósito de material eosinofílico (hialino) na parede das arteríolas, causando espessamento e obstrução parcial dos vasos.
A hiperplasia do aparelho justaglomerular, que consiste na proliferação das células da mácula densa e células justaglomerulares, normalmente está associada a processos de ativação do sistema renina-angiotensina, muitas vezes em resposta à isquemia renal, o que não é uma característica direta ou típica da nefroesclerose benigna; essa alteração é mais comum na nefroesclerose maligna.
A proliferação fibrointimal ou miointimal das artérias interlobulares com aspecto em "casca de cebola" é um achado clássico da nefroesclerose maligna, e não da benigna. Essa alteração indica um processo mais grave e acelera a evolução da doença.
Finalmente, o interstício apresenta fibrose e um infiltrado inflamatório mononuclear discreto, com áreas preservadas do parênquima, que são descrições compatíveis com a nefroesclerose benigna.
Portanto, a alternativa que está incorreta, ou seja, que não caracteriza a nefroesclerose vascular benigna, é a alternativa c).