Ingrid Nunes
EQUIPE
18/09/2026 • 15:01
Vamos falar sobre a presença negra no Amapá, um tema importante que envolve a história da região no período colonial e imperial. A população negra no Amapá está diretamente ligada a processos históricos que marcaram a colonização e os movimentos migratórios naquele território. Para entender essa questão, é fundamental lembrar que o Amapá passou por colonizações e disputas entre portugueses, franceses e outras potências. Além disso, a economia local girava em torno de atividades como extrativismo, agricultura e defesa militar, não do plantio de trigo, por exemplo.
A alternativa (a) menciona o plantio e produção de trigo no século XVI, o que não é correto para a região amazônica ou o Amapá, cujo clima e solo não são propícios para essa cultura, além de essa não ter sido a principal riqueza.
Já (b) fala sobre políticas imigratórias criadas por D. João VI para povoar as fronteiras amazônicas no começo do século XIX, o que não se vincula diretamente à presença negra, que se deu principalmente pela escravização e trabalho forçado, não por imigração voluntária programada.
A alternativa (c) é a que faz mais sentido historicamente. A construção do Forte de São José do Macapá no século XVIII envolveu mão de obra escrava que acompanhava seus senhores, e os primeiros núcleos urbanos, como Macapá e Mazagão Velho, foram formados por esse contingente. Essa explicação está ligada à presença negra no estado, que aumentou com essas movimentações.
A proposta (d) cita tropas luso-brasileiras enfrentando franceses no século XVI, mas o Amapá não teve esse tipo de mobilização nessa época, e a presença de tropas negras nessa região não é um ponto histórico relevante.
Por fim, a (e) fala sobre fugas de escravizados da Guiana Francesa para o Brasil no século XIX buscando liberdade, mas a escravidão foi abolida no Brasil apenas em 1888, o que não torna o país um lugar de liberdade antes disso. Além disso, essa migração não é apontada como principal causa do aumento da população negra no Amapá.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.
A alternativa (a) menciona o plantio e produção de trigo no século XVI, o que não é correto para a região amazônica ou o Amapá, cujo clima e solo não são propícios para essa cultura, além de essa não ter sido a principal riqueza.
Já (b) fala sobre políticas imigratórias criadas por D. João VI para povoar as fronteiras amazônicas no começo do século XIX, o que não se vincula diretamente à presença negra, que se deu principalmente pela escravização e trabalho forçado, não por imigração voluntária programada.
A alternativa (c) é a que faz mais sentido historicamente. A construção do Forte de São José do Macapá no século XVIII envolveu mão de obra escrava que acompanhava seus senhores, e os primeiros núcleos urbanos, como Macapá e Mazagão Velho, foram formados por esse contingente. Essa explicação está ligada à presença negra no estado, que aumentou com essas movimentações.
A proposta (d) cita tropas luso-brasileiras enfrentando franceses no século XVI, mas o Amapá não teve esse tipo de mobilização nessa época, e a presença de tropas negras nessa região não é um ponto histórico relevante.
Por fim, a (e) fala sobre fugas de escravizados da Guiana Francesa para o Brasil no século XIX buscando liberdade, mas a escravidão foi abolida no Brasil apenas em 1888, o que não torna o país um lugar de liberdade antes disso. Além disso, essa migração não é apontada como principal causa do aumento da população negra no Amapá.
Portanto, a alternativa correta é a letra c.