Equipe Gabarite
EQUIPE
18/09/2026 • 09:02
Essa questão aborda conceitos importantes sobre mensuração de ativos financeiros no setor público, conforme o MPCASP (Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público). Vamos analisar o cenário: um ente público adquiriu um título de dívida pública por R$ 1.000, recebeu R$ 60 de rendimentos e o ativo está valendo R$ 1.150 na data do balanço. Além disso, menciona que o modelo de negócios permite tanto manter para recebimento dos fluxos de caixa quanto liquidar a qualquer momento para pagar obrigações.
Primeiro, é importante lembrar que o MPCASP prevê três modalidades de mensuração para ativos financeiros: custo amortizado, valor justo por meio do resultado e valor justo por meio de outros resultados abrangentes (ouro no patrimônio líquido).
A opção a) fala que a valorização deve ir direto para conta de reserva de capital, o que não é correto. Reservas de capital são aumentos de patrimônio que não transitam pelo resultado, mas valorização de ativos financeiros normalmente impacta resultado ou outra conta patrimonial específica, como reserva de reavaliação.
A opção b) indica custo amortizado, que serve para ativos mantidos para recebimento dos fluxos de caixa contratuais até o vencimento. Mas no exemplo, o modelo de negócios menciona que há intenção de vender para pagamento de obrigações, logo, não é exclusivamente custo amortizado.
A c) aponta uma perda por desvalorização devido à diferença de R$ 90. Mas a diferença é positiva, ou seja, o ativo valorizou, não houve perda. Logo, incorreto.
A d) diz que valorização só pode ser reconhecida se houver alienação. No MPCASP, essa premissa não vale para alguns ativos mensurados a valor justo; o reconhecimento pode ser periódico.
A e) refere-se à classificação como equivalentes de caixa para ativos de liquidez imediata e risco baixo, que devem ser mensurados ao valor justo. Isso é condizente, pois o título possui risco baixo e pode ser liquidado a qualquer momento; portanto, classifica-se como equivalente de caixa com mensuração a valor justo.
Assim, a alternativa correta é a e).
Primeiro, é importante lembrar que o MPCASP prevê três modalidades de mensuração para ativos financeiros: custo amortizado, valor justo por meio do resultado e valor justo por meio de outros resultados abrangentes (ouro no patrimônio líquido).
A opção a) fala que a valorização deve ir direto para conta de reserva de capital, o que não é correto. Reservas de capital são aumentos de patrimônio que não transitam pelo resultado, mas valorização de ativos financeiros normalmente impacta resultado ou outra conta patrimonial específica, como reserva de reavaliação.
A opção b) indica custo amortizado, que serve para ativos mantidos para recebimento dos fluxos de caixa contratuais até o vencimento. Mas no exemplo, o modelo de negócios menciona que há intenção de vender para pagamento de obrigações, logo, não é exclusivamente custo amortizado.
A c) aponta uma perda por desvalorização devido à diferença de R$ 90. Mas a diferença é positiva, ou seja, o ativo valorizou, não houve perda. Logo, incorreto.
A d) diz que valorização só pode ser reconhecida se houver alienação. No MPCASP, essa premissa não vale para alguns ativos mensurados a valor justo; o reconhecimento pode ser periódico.
A e) refere-se à classificação como equivalentes de caixa para ativos de liquidez imediata e risco baixo, que devem ser mensurados ao valor justo. Isso é condizente, pois o título possui risco baixo e pode ser liquidado a qualquer momento; portanto, classifica-se como equivalente de caixa com mensuração a valor justo.
Assim, a alternativa correta é a e).